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Lula fecha maior aliança de sua história desde 1ª vez que concorreu à presidência e une 9 siglas

© RICARDO STUCKERTO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante ato de campanha em Diadema (SP)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante ato de campanha em Diadema (SP) - Sputnik Brasil, 1920, 06.08.2022
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Desde que disputou a presidência pela primeira vez em 1989, o ex-presidente Lula conseguiu reunir, no pleito deste ano, a maior coligação da sua história para concorrer às eleições.
Até da noite de ontem (5), a aliança deste ano contava com nove partidos: PCdoB e PV, que formaram federação com o PT; PSB, por meio do vice Geraldo Alckmin; PSOL, Rede, Solidariedade, Avante e Agir (antigo PTC), de acordo com o UOL,
Na comparação aos demais candidatos, o petista também é o que tem mais conexões estabelecidas com siglas. O Avante e o Agir foram os últimos a entrar no grupo na quinta-feira (4).
O presidente, Jair Bolsonaro (PL), até o momento está coligado a três partidos: PL, PP e Republicanos. Entretanto, possivelmente essas serão as siglas que o acompanharão, visto que a janela para realização de coligações partidárias fechou ontem (5).
Ato de lançamento da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República, em São Paulo, 7 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.07.2022
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Datafolha: Lula mantém folga na liderança, com 47%; Bolsonaro tem 29%
Segundo a mídia, o principal objetivo de Lula em formar grandes associações é reduzir o número de candidatos na disputa eleitoral para vencer no primeiro turno. A lógica é simples: quanto mais candidatos desistirem, maior a possibilidade de o ex-presidente puxar votos. Se os aliados se engajarem na campanha, claro.
Para vencer, o petista precisa ter um voto a mais que a soma dos demais concorrentes. O ex-presidente vem apresentando liderança nas pesquisas desde o ano passado, no entanto, na última pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (3), sua vantagem sobre Bolsonaro desceu de 14 para 12 pontos, conforme noticiado.
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