Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Sem gás russo, indústria alemã vai entrar em colapso, diz The Telegraph

© AP Photo / Michael ProbstApartamentos e casas residenciais aquecidas com gás são em Frankfurt, Alemanha, 12 de julho de 2022
Apartamentos e casas residenciais aquecidas com gás são em Frankfurt, Alemanha, 12 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.08.2022
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A Alemanha vai enfrentar uma reação em cadeia na sua economia se o gás russo parar de ser fornecido ao país, diz o colunista da edição britânica The Telegraph Tim Wallace.
Conforme o artigo, as principais indústrias, incluída a química, podem entrar em colapso, caso a Rússia corte o fluxo do combustível azul. Isso, por sua vez, vai ocasionar um efeito dominó nas restantes esferas econômicas.
Segundo especialistas do Commerzbank, que é o segundo maior banco comercial na Alemanha, o déficit de energia fará o país entrar em uma recessão profunda, semelhante à que se seguiu à crise financeira de 2009.
Anteriormente, o ministro dos Recursos Naturais canadense, Jonathan Wilkinson, cujas palavras foram citadas pela agência Bloomberg, afirmou que os volumes de fornecimento de gás através da Ucrânia não podem compensar o fornecimento através do gasoduto Nord Stream (Corrente do Norte). Segundo o ministro, a Alemanha corre o risco de enfrentar um déficit de gás caso se limite a receber gás através do território ucraniano, tal como Kiev insiste.
Logotipo da empresa Gazprom Germania na sua sede em Berlim, Alemanha, 6 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.08.2022
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Comércio entre Rússia e Alemanha aumenta apesar das sanções, diz Welt
Nord Stream é a principal rota de exportações do gás russo para a Europa. Devido às dificuldades com o retorno do reparo e manutenção de unidades de bombeamento de gás, que surgiram depois de as sanções antirrussas terem sido impostas, a Gazprom, a principal produtora do gás natural no mundo, teve de cortar o fornecimento, no início, para 40% da capacidade do gasoduto e posteriormente para 20%.
A empresa comunicou que as sanções impostas pelo Canadá, União Europeia e Reino Unido tornam impossível o transporte para a Rússia da turbina do Nord Stream que foi reparada no Canadá e agora está na Alemanha. Além disso, ela não pode ser transportada por causa da desconformidade entre a situação atual e as responsabilidades da Siemens, esclareceu a Gazprom.
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