Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Medvedev responde a declarações de secretário-geral da OTAN sobre situação 'perigosa na Europa'

© Sputnik / Ramil SitdikovDmitry Medvedev, ex-presidente russo (2008-2012) e vice-presidente do Conselho de Segurança do país, durante reunião em Rostov-no-Don, Rússia, 21 de julho de 2022
Dmitry Medvedev, ex-presidente russo (2008-2012) e vice-presidente do Conselho de Segurança do país, durante reunião em Rostov-no-Don, Rússia, 21 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.08.2022
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O ex-presidente da Rússia (2008-2012) disse que Jens Stoltenberg "tem má memória" por não se lembrar de quem ganhou na Segunda Guerra Mundial.
Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, respondeu às palavras do secretário-geral da OTAN sobre a inadmissibilidade de a Rússia vencer o conflito com a Ucrânia.
Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação da Rússia, durante uma videoconferência - Sputnik Brasil, 1920, 19.07.2022
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Jens Stoltenberg afirmou na quinta-feira (4) que o que se passa na Ucrânia é "a situação mais perigosa na Europa desde a Segunda Guerra Mundial", e que não se pode permitir que a Rússia vença.
"Ele tem má memória. [Ele] esqueceu quem ganhou na época, na Segunda Guerra Mundial. A história vai se repetir", reagiu Medvedev, ex-presidente russo (2008-2012) no seu canal no Telegram.
Dmitry Peskov, porta-voz de Vladimir Putin, presidente russo, também recusou essas declarações, comentando que a ameaça à ordem internacional vem não das ações da Rússia, mas da expansão da OTAN para leste e do golpe de Estado pró-ocidental na Ucrânia em 2014.
A Rússia começou em 24 de fevereiro uma operação militar especial na Ucrânia em resposta a pedidos de ajuda das repúblicas populares de Donbass alguns dias antes, e devido ao "genocídio" da população russófona da região. Moscou também vê como ameaça a militarização do país vizinho, a possibilidade de entrar na OTAN e a tentativa de atacar território russo, como a Crimeia.
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