Pentágono mantém posição de porta-aviões e grupo de ataque na Ásia em meio a tensões em Taiwan

CC BY 2.0 / Marinha dos EUA / Erica Bechard, especialista em Comunicação de Massa de 2ª Classe / Handout / Grupo liderado por porta-aviões USS Ronald Reagan dos EUA, com participação do Japão e do Canadá, durante os exercícios navais Keen Sword 21, no mar das Filipinas, em 26 de outubro de 2020 (foto de arquivo)
Grupo liderado por porta-aviões USS Ronald Reagan dos EUA, com participação do Japão e do Canadá, durante os exercícios navais Keen Sword 21, no mar das Filipinas, em 26 de outubro de 2020 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2022
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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, ordenou que o porta-aviões nuclear norte-americano USS Ronald Reagan e seu grupo de ataque permaneçam no oeste do Pacífico, em meio a tensões que envolvem Taiwan, informou o coordenador de comunicações estratégicas do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, nesta quinta-feira (4).
Segundo o comunicado, o Pentágono afirma que os EUA "não serão impedidos de operar nos mares e céus do Pacífico Ocidental de acordo com a lei internacional, pois há décadas apoiamos Taiwan e defendemos um Indo-Pacífico livre e aberto".
"Para esse fim, o secretário Austin orientou hoje [quinta-feira, 4] que o porta-aviões USS Ronald Reagan e os navios de seu grupo de ataque permaneçam na estação, na área geral para monitorar a situação. Realizaremos trânsitos aéreos e marítimos padrões nas próximas semanas, condizente novamente com nossa abordagem de longa data para defender a liberdade dos mares e o direito internacional", diz o comunicado.
© AP Photo / Janek SkarzynskiO secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, na Polônia, em 18 de fevereiro de 2022
O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, na Polônia, em 18 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2022
O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, na Polônia, em 18 de fevereiro de 2022. Foto de arquivo
Além disso, Kirby cita que o Pentágono tomará "outras medidas para demonstrar nosso compromisso com a segurança de nossos aliados na região, que inclui o Japão."
Apesar disso, também nesta quinta-feira (4), os EUA adiaram um teste do míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês) Minuteman III programado para esta semana. De acordo com o jornal norte-americano The Wall Street Journal, a intenção seria evitar elevar ainda mais as tensões com a China.
A Força Aérea dos EUA planejava testar o míssil da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, esta semana. A fonte do jornal disse que o teste foi adiado por ordem do chefe do Pentágono, Lloyd Austin.

"Este teste, há muito tempo planejado, está sendo adiado para evitar qualquer mal-entendido, dadas as ações da China em torno de Taiwan", disse a fonte, sem especificar quando será a nova data.

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