Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Panorama internacional
Notícias sobre eventos de todo o mundo. Siga informado sobre tudo o que se passa em diferentes regiões do planeta.

Embaixador da China na França não descarta intervenção militar de Pequim em Taiwan

© AP Photo / CHINA DAILYSoldados do Exército de Libertação Popular da China (ELP) (arquivo)
Soldados do Exército de Libertação Popular da China (ELP) (arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2022
Nos siga noTelegram
Lu Shaye, o embaixador chinês na França, disse na quarta-feira (3) que não exclui uma intervenção militar da China em Taiwan para impedir que as forças separatistas busquem a independência da ilha.
"Ele [o cenário de intervenção militar] permanece. Certamente", disse Lu à emissora francesa BFMTV após ser questionado sobre a possibilidade de tal cenário.
Ele observou que uma possível intervenção militar não teria como alvo o povo de Taiwan, mas pode ser necessária para "tranquilizar ou alertar as forças separatistas, que buscam a independência de Taiwan, bem como as forças estrangeiras anti-chinesas".
O embaixador acrescentou que a responsabilidade pelo aumento das tensões na região recai sobre os EUA, não sobre a China, com Pequim apenas reagindo à provocação de Washington.
Ontem, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse que a China se opõe firmemente ao separatismo e à interferência de forças externas na questão de Taiwan e nunca permitirá ações das forças que defendem a independência de Taiwan.
A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, realiza sua coletiva de imprensa semanal no Capitólio dos EUA em 21 de julho de 2022 em Washington - Sputnik Brasil, 1920, 03.08.2022
Panorama internacional
Mídia americana culpa EUA pela crise e desestabilização de Taiwan
Na terça-feira (2), a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA chegou a Taiwan como parte da turnê de uma delegação do Congresso pela região do Indo-Pacífico, provocando enorme indignação por parte do governo de Pequim.

Pelosi se encontrou com a líder de Taiwan, Tsai Ing-wen, e depois deixou a ilha. A legisladora dos EUA disse que a visita deve ser vista como "uma forte declaração de que a América está com Taiwan".

A China reivindica a soberania sobre a ilha autogovernada e tem repetidamente advertido que, ao efetuar a viagem, Washington colocaria em risco as relações bilaterais entre Pequim e Washington.
Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала