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Nova pesquisa Genial/Quaest: vantagem de Lula sobre Bolsonaro se estreita e cai de 14 para 12 pontos

© AFP 2022 / Evaristo SáCombinação de fotos mostra o ex-presidente Lula e o atual presidente Jair Bolsonaro
Combinação de fotos mostra o ex-presidente Lula e o atual presidente Jair Bolsonaro - Sputnik Brasil, 1920, 03.08.2022
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Impacto do "pacote de benefícios" que será no futuro uma "bomba fiscal" para o país já começa a fazer efeito nas pesquisas. O levantamento também mostra que a terceira via segue distante do sonho de se tornar relevante na disputa eleitoral.
Nas pesquisas de intenções de votos para o pleito deste ano, desde 2021, o ex-presidente Lula (PT) sempre aparece com larga vantagem sobre o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, essa vantagem vem diminuindo, e não foi diferente na última rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje (3).
Neste momento, o petista tem 44% das intenções de voto no primeiro turno enquanto Bolsonaro aparece com 32%. A vantagem de Lula sobre o sobre o adversário caiu de 14 pontos percentuais para 12. Em junho a vantagem era de 16 pontos e em maio de 17, segundo dados levantados pelo instituto e citados pelo jornal O Globo.
Já o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, oscilou de 6% para 5%. Simone Tebet (MDB) aparece com 2%, o mesmo percentual de André Janones (Avante). Pablo Marçal (Pros) marca 1%, e os outros pré-candidatos não pontuaram.
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Especialistas apontam que a "PEC Kamikaze" – que feriu a legislação criando benefícios sociais em um ano eleitoral além de ser considerada pelo próprio Ministério da Economia como "uma bomba fiscal" – já começou a fazer o efeito que Bolsonaro tanto desejava.
Segundo o cientista político, Felipe Nunes, ouvido pela Veja o "efeito [da] expectativa do Auxílio Brasil diminuiu a distância entre Lula e Bolsonaro". Entre os beneficiários do auxílio, o atual presidente diminuiu a diferença em 12 pontos percentuais. Em julho, Lula vencia por 62% a 27%. Agora, em agosto, a disputa está em 52% a 29%.

Contudo, na simulação de segundo turno, Lula ainda está na frente, mas com oscilação negativa de dois pontos (de 53% para 51%). Já Bolsonaro cresceu acima da margem de erro: foi de 34% para 37%. Outros 9% dos entrevistados disseram que anulariam seus votos ou deixariam de comparecer em um segundo turno entre os dois e 3% se disseram indecisos.
A pesquisa Genial/Quaest contou com 2.000 entrevistas presenciais entre 28 e 31 de julho com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos, dentro de um intervalo de confiança de 95%.
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