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Empresa estatal francesa de energia pode reduzir produção de energia nuclear devido ao clima quente

© AFP 2022 / LOU BENOISTArquivo: usina de carvão operada pela gigante de energia francesa Électricité de France (EDF, na sigla em francês) é retratada em Le Havre, noroeste da França, 10 de janeiro de 2020
Arquivo: usina de carvão operada pela gigante de energia francesa Électricité de France (EDF, na sigla em francês) é retratada em Le Havre, noroeste da França, 10 de janeiro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 03.08.2022
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A Électricité de France (EDF, na sigla em francês) disse nesta quarta-feira (3) que pode impor restrições à produção de energia nuclear devido as ondas de calor, que podem afetar as usinas nucleares (NPP, na sigla em inglês) de Saint-Alban e Golfech.
"Devido às altas temperaturas projetadas no Vale do Ródano, as limitações de produção provavelmente afetarão a produção de energia nuclear na central nuclear de Saint-Alban a partir de 6 de agosto. No entanto, um mínimo de 700 MWh [megawatt-hora] de energia será fornecido à rede, com o valor sujeito a flutuações dependendo das necessidades da rede", disse a empresa em comunicado.
Os cortes de produção também vão ser introduzidos na central nuclear de Golfech a partir de quinta-feira (4), enquanto um dos reatores da central nuclear de Tricastin pode ser completamente encerrado, acrescentou a EDF.
Na semana passada, a EDF disse que no primeiro semestre do ano havia sofrido perdas de € 5,3 bilhões (cerca de R$ 28,3 bilhões), quebrando um recorde na história da empresa.
A EDF também vai ter que realizar extensos reparos em 12 reatores nucleares que foram desativados devido à corrosão nas soldas conectadas ao circuito primário das tubulações do sistema de resfriamento de emergência dos reatores. Além disso, outros 18 reatores foram desligados devido à manutenção preventiva programada.
No início de julho, a primeira-ministra francesa Elisabeth Borne anunciou que o governo francês aumentaria sua participação na empresa de energia EDF para 100%. Ela explicou a decisão pelo fato de que a situação climática extrema exige soluções radicais, enquanto a França deve garantir sua independência energética no contexto do conflito na Ucrânia.
Operador trabalha na sala de controle do reator nuclear do projeto Reator Pressurizado Europeu (EPR, na sigla em inglês) de terceira geração de Flamanville, Normandia, 14 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 20.07.2022
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