Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Empresas búlgaras pedem que governo volte a comprar gás russo para minimizar efeitos da crise

© Foto / stevepbGás de cozinha (imagem de referência)
Gás de cozinha (imagem de referência) - Sputnik Brasil, 1920, 02.08.2022
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Os círculos empresariais na Bulgária pediram às autoridades do país que restabeleçam as compras de gás natural da Rússia para lidar com a crise de energia, informou a emissora BNR.
"Os empresários instaram as autoridades a retomar com urgência as compras de gás previstas no contrato com a Gazprom Export [a divisão da empresa russa Gazprom que comercializa o combustível]", disse o jornal.
Os empregadores também exigiram mais uma vez que o Governo garantisse ao país o volume necessário de gás natural a preços razoáveis.
De acordo com a associação empresarial, a Bulgária deve receber três navios com gás natural liquefeito (GNL) dos EUA no restante do ano e outros quatro navios-tanque de metano podem chegar no próximo ano. Entretanto, a preocupação dos empresários é que o GNL dos EUA é insuficiente e tem um preço mais alto que o gás russo.
País-membro da União Europeia (UE), a crise energética se agravou na Bulgária depois que a liderança política daquele país se recusou a pagar em rublos pelas importações de gás russo. Como consequência, a Gazprom suspendeu as entregas de gás à Bulgária por falta de pagamento.
Logotipo da empresa estatal russa Gazprom em São Petersburgo, Rússia, foto publicada em 18 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 30.07.2022
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No dia 1º de abril deste ano, Moscou colocou em vigor uma norma para que toda aquisição de gás devesse ser feita em rublos especialmente por parte dos países hostis à Rússia — uma lista de mais de 45 Estados, incluindo toda a UE, que impôs sanções ao país por sua operação militar especial na Ucrânia.
No final de março, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, já havia alertado que empresas de seu país não enviariam gás de graça para a UE.
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