Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Kiev anuncia recebimento de novos lançadores múltiplos de foguetes dos EUA e da Alemanha

CC BY 2.0 / DVIDSHUB / Sgt. Christopher GaylordSistema Americano de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMARS)
Sistema Americano de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMARS) - Sputnik Brasil, 1920, 01.08.2022
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Segundo o Ministério da Defesa da Ucrânia, as forças de Kiev agora dispõem de novos lançadores múltiplos de foguetes, HIMARS e MARS II.
Aleksei Reznikov, ministro da Defesa da Ucrânia, relatou na segunda-feira (1º) que Kiev recebeu lançadores múltiplos de foguetes dos EUA e da Alemanha.

"4 HIMARS adicionais chegaram à Ucrânia. Estou grato ao presidente dos EUA, Lloyd Austin, secretário da Defesa e povo dos EUA pelo fortalecimento do Exército da Ucrânia", disse Reznikov no Twitter.

"O terceiro irmão da família Long Hand, o lançador múltiplo de foguetes MARS II da Alemanha, chegou à Ucrânia. Obrigado à Alemanha e pessoalmente à minha colega Christine Lambrecht, ministra da Defesa, por estes sistemas", continuou ele.
Lançador múltiplo de foguetes HIMARS em exibição militar no simpósio PALS 22 no Camop Kisarazu da Força de Autodefesa Terrestre japonesa, prefeitura de Chiba, Japão, 16 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.07.2022
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Os HIMARS têm um alcance máximo de 300 km, enquanto os MARS II, a versão alemã dos lançadores múltiplos de foguetes M270 americanos, têm um alcance de até 70 km.
Apesar de fornecer armas a Kiev há vários anos, o Ocidente aumentou o fluxo depois que a Rússia começou em 24 de fevereiro uma operação militar especial na Ucrânia em resposta a pedidos de ajuda das repúblicas populares de Donbass alguns dias antes, e devido ao "genocídio" da população russófona da região. Moscou também vê como ameaça a militarização do vizinho, a possibilidade de entrar na OTAN e de tentar atacar território russo, como a Crimeia.
Moscou tem criticado tais ações dos países ocidentais, enfatizando que elas prorrogam o conflito e o sofrimento das pessoas no país.
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