Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Biden: EUA querem negociar com Rússia substituição do tratado de armas estratégicas Novo START

© Foto / Serviço de imprensa do Ministério da Defesa da RússiaLançamento do míssil balístico intercontinental Sineva a partir do submarino nuclear russo Verkhoturye (imagem referencial)
Lançamento do míssil balístico intercontinental Sineva a partir do submarino nuclear russo Verkhoturye (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 01.08.2022
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O presidente dos EUA, Joe Biden, disse que a Rússia deveria agora demonstrar prontidão para cooperar com Washington na esfera do controle de armas nucleares.
Biden afirmou que Washington está agora pronto para trabalhar com a Rússia na negociação da criação de uma nova estrutura para o controle de armas nucleares que substituiria o Novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, também conhecido como Novo START, que foi definido para vigorar até 2026.
"Os Estados Unidos renovam seu compromisso com o mundo de ser um administrador responsável de seu arsenal nuclear e de continuar trabalhando em direção ao objetivo final de um mundo sem armas nucleares", disse Biden em comunicado.
O chefe da Casa Branca observou que tal esforço requer "um parceiro disposto a operar de boa fé" e acrescentou que a Rússia agora deve demonstrar prontidão para se envolver em novas negociações estratégicas de controle de armas com os EUA.
No entanto, Moscou não é o único parceiro que Biden quer ver na mesa de negociações – ele afirmou que Pequim, como signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear, também deve participar das negociações dedicadas ao controle dos volumes dos arsenais nucleares.
O presidente dos EUA argumentou que a China deveria tomar medidas para reduzir o risco de uma tragédia causada por erros de cálculo e abordar a questão da "dinâmica militar desestabilizadora".
"Não há nenhum benefício para nenhuma das nossas nações, ou para o mundo, em resistir a um engajamento significativo no controle de armas e não proliferação nuclear", ressaltou Biden.
Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação da Rússia, durante uma videoconferência - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2022
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A anterior administração de Donald Trump tentou fazer com que a China assinasse um tratado de controle de armas nucleares na época em que os EUA estavam negociando uma extensão do tratado Novo START. No entanto, Pequim rejeitou a ideia, apontando que o tamanho de seu arsenal nuclear é muito inferior ao de Washington.
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