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Eduardo Bolsonaro pode ser incluído em investigação sobre invasão ao Capitólio

© Folhapress / Riba do CerradoO deputado, Jair Bolsonaro, segura metralhadora durante Feira de Armas na cidade de Brasília, DF, 10 de dezembro de 2021
O deputado, Jair Bolsonaro, segura metralhadora durante Feira de Armas na cidade de Brasília, DF, 10 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 30.07.2022
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Segundo deputado americano, Eduardo pode ser incluído na linha da investigação que apura o envolvimento de conexões internacionais da extrema-direita no ataque.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pode ser incluído nas investigações sobre a invasão ao Capitólio, nos EUA, em 6 de janeiro de 2021.
A informação foi dada pelo deputado democrata Jamie Raskin a uma comitiva de representantes de entidades civis do Brasil, que está em Washington para conversar sobre um eventual risco de golpe nas eleições presidenciais do Brasil.
Segundo noticiou a Folha de S.Paulo, Raskin disse à comitiva brasileira que uma das linhas de investigação do caso envolve a participação de conexões internacionais da extrema-direita na invasão. Eduardo Bolsonaro pode ser incluído porque estava na capital americana dias antes da invasão, e se reuniu com pessoas próximas ao então presidente Donald Trump.
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Segundo noticiaram sites americanos, Eduardo teria se reunido com o empresário Michael Lindell e outros aliados de Trump envolvidos no planejamento da invasão. O deputado brasileiro nega que tenha participado de reuniões com pessoas ligadas ao ataque. Ele diz que esteve na capital americana em 4 de janeiro, para se encontrar com a filha do então presidente, Ivanka Trump, e seu marido, Jared Kushner, na época assessor de Trump.
Raskin elogiou a reunião com a comitiva brasileira, afirmando que foi "muito educativa". "Está claro que as forças pró-democracia e pró-direitos humanos no Brasil estão com medo de que algo parecido com o que ocorreu nos EUA em 6 de janeiro possa acontecer em seu país", disse Raskin.
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