Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Panorama internacional
Notícias sobre eventos de todo o mundo. Siga informado sobre tudo o que se passa em diferentes regiões do planeta.

Truss diz que Reino Unido não deve repetir nas relações com a China erros cometidos com a Rússia

© AFP 2022 / Jeff Overs Finalistas da disputa pelo cargo de premiê britânico, Liz Truss e Rishi Sunak, participam dos primeiros debates eleitorais no canal de televisão BBC, 25 de julho de 2022
Finalistas da disputa pelo cargo de premiê britânico, Liz Truss e Rishi Sunak, participam dos primeiros debates eleitorais no canal de televisão BBC, 25 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 26.07.2022
Nos siga noTelegram
A finalista da disputa pelo cargo de premiê britânico, a ministra das Relações Exteriores Liz Truss afirmou que Londres não deve repetir nas relações com a China os erros cometidos com a Rússia.

"Em minha opinião, não devemos repetir os erros que cometemos com a Rússia, ao nos tornarmos estrategicamente dependentes dela […] Após as terríveis ações em Hong Kong e o último ultraje - o trabalho conjunto com a Rússia por parte da China, além do apoio prestado à Rússia na guerra terrível com a Ucrânia -, temos de aprender com os erros que a Europa cometeu nas relações com a Rússia ao se tornar dependente de seu petróleo e gás. Não podemos permitir que o mesmo suceda nas relações com a China", afirmou Truss em um dos primeiros debates eleitorais com outro candidato, Rishi Sunak.

Tanto Liz Truss, a atual ministra das Relações Exteriores, como Rishi Sunak, ex-ministro das Finanças britânico, admitiram que se tornarão membros do gabinete um do outro se um deles for eleito. Ao mesmo tempo, ambos negaram a opção de envolver Boris Johnson no novo executivo. Embora Truss tenha afirmado que lhe agradaria a ideia de integrar o ex-primeiro-ministro na sua equipa, acrescentou que talvez Johnson não tenha essa ambição. Sunak, por sua vez, foi mais peremptório: "A resposta direta é não".
Rishi Sunak, ex-ministro das Finanças britânico e atual pretendente ao cargo do primeiro-ministro, discursa no centro Rainha Elizabeth II, do Reino Unido, Londres, 12 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 25.07.2022
Panorama internacional
Rishi Sunak chama China de 'ameaça principal' ao Reino Unido
Anteriormente, a edição The Telegraph comunicou que Rishi Sunak chamou a China de "principal ameaça de longo prazo" para o Reino Unido, prometendo, caso fosse eleito, fechar 31 filiais do Instituto Confúcio que atualmente funcionam no Reino Unido, e reconsiderar as relações de parceria entre a Grã-Bretanha e a China no campo das pesquisas científicas, especialmente daquelas que possam ajudar Pequim do ponto de vista tecnológico e militar.
Na semana passada, no Reino Unido decorreu a quinta rodada de votação dos deputados do Partido Conservador destinada a eleger um novo líder partidário, que também será o premiê do país. Como resultado, foram escolhidos dois finalistas: a atual ministra das Relações Exteriores, Liz Truss, e o ex-ministro das Finanças, Rishi Sunak.
Em total, 11 deputados se candidataram ao cargo, com nove tendo saído da disputa durante as primeiras etapas.
© AFP 2022 / Jeff Overs Finalistas da disputa pelo cargo de premiê britânico, Liz Truss e Rishi Sunak, participam dos primeiros debates eleitorais no canal de televisão BBC, 25 de julho de 2022
Finalistas da disputa pelo cargo de premiê britânico, Liz Truss e Rishi Sunak, participam dos primeiros debates eleitorais no canal de televisão BBC, 25 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 26.07.2022
Finalistas da disputa pelo cargo de premiê britânico, Liz Truss e Rishi Sunak, participam dos primeiros debates eleitorais no canal de televisão BBC, 25 de julho de 2022
O vencedor entre os dois finalistas será eleito por todos os membros do Partido Conservador, hoje em dia é composto por cerca de 200 mil pessoas. De acordo com os regulamentos, os resultados vão ser anunciados em 5 de setembro, quando o Parlamento britânico voltar ao trabalho depois da interrupção de verão.
Boris Johnson, que substituiu a premiê Theresa May em 2019, anunciou sua renúncia em 7 de julho deste ano. A demissão de Johnson ocorreu em meio ao escândalo relacionado à nomeação do ex-ministro das Relações Exteriores britânico, Christopher Pincher, para um novo cargo, apesar das queixas de assédio sexual. Uma série de políticos afirmou que Johnson conhecia o passado censurável de Pincher. Em protesto contra o ex-líder britânico, em apenas dois dias, cerca de 60 membros do seu Gabinete renunciaram aos seus cargos.
Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала