Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Donald Trump diz que EUA se tornaram 'nação mendicante' ao suplicar por energia a outros países

© AP Photo / Joe MaioranaO ex-presidente dos EUA Donald Trump durante comício em Delaware, Ohio, 23 de abril de 2022
O ex-presidente dos EUA Donald Trump durante comício em Delaware, Ohio, 23 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 26.07.2022
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O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse que os Estados Unidos se transformaram em uma "nação mendicante" ao pedir energia a outros países. A declaração foi dada nesta terça-feira (26).

"Nosso país foi colocado de joelhos, literalmente de joelhos", disse Trump em um discurso no evento America First Agenda Summit. "A inflação é a mais alta em 49 anos: 9,1%. Muita gente acha que é muito maior do que isso. Os preços do gás atingiram os mais altos [níveis] da história do nosso país. Nós nos tornamos uma nação mendicante rastejando para outros países por energia."

Depois que a Rússia desencadeou a operação militar especial na Ucrânia, em 24 de fevereiro, os EUA e aliados do Ocidente anunciaram uma série de sanções econômicas aos insumos de energia russos.
Desde então, o mundo todo viu os preços dos alimentos e combustíveis aumentarem exponencialmente. Os valores seguem em escalada global, e a falta de insumos energéticos preocupa países europeus, que são profundamente dependentes dos produtos russos.
Presidente da Argentina, Alberto Fernández, apela a apoiadores em Buenos Aires, Argentina, 17 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 10.06.2022
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O ex-presidente republicano afirmou que os Estados Unidos estão à beira de uma histórica eleição de meio de mandato. Ocorrida na metade do mandato presidencial nos EUA, ela é tida como uma espécie de avaliação dos norte-americanos em relação ao governo federal vigente.
Em sua perspectiva, os americanos vão rejeitar "o reinado fracassado" dos democratas, sendo eles o presidente Joe Biden, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, e o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer.
Na opinião do ex-chefe de Estado norte-americano, não há prioridade maior do que tornar as ruas seguras novamente e controlar as fronteiras dos EUA parando imigrantes ilegais, o tráfico de drogas e criminosos.
O presidente norte-americano, Joe Biden, durante um encontro virtual com governadores democratas sobre direitos ao aborto na Casa Branca, Washington, EUA, 1º de julho e 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 25.07.2022
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Trump disse acreditar "fortemente" que um candidato republicano se tornará o próximo presidente dos Estados Unidos em 2024, mas não disse quem será essa pessoa.
No entanto ele vem mantendo mistério sobre uma eventual candidatura.
No início deste mês, Trump disse que havia decidido se concorreria às eleições em 2024 e que a única questão que restava era revelar sua decisão antes ou depois da votação de meio de mandato, em novembro.
Desde o início da operação militar especial russa, os EUA e seus aliados iniciaram a aplicação de uma miríade de sanções contra Moscou. Entre as medidas estão restrições econômicas às reservas internacionais russas e a suas exportações de petróleo, gás, aço e ferro.
Joe Biden, presidente dos EUA (centro à esquerda), e Mohammed bin Salman Al Saud, príncipe herdeiro saudita (centro à direita), em um hotel de Jeddah, Arábia Saudita, 16 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2022
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A escalada de sanções transformou a Rússia, de forma disparada, na nação mais sancionada do mundo, segundo a plataforma Castellum.ai, serviço de rastreamento de restrições econômicas no mundo.
No total, estão em vigor 11.411 medidas restritivas contra a Rússia, segundo os cálculos do site. A quantidade é mais que o triplo das 3.637 sanções impostas pelo Ocidente ao Irã. Na sequência, aparecem a Síria (2.614), a Coreia do Norte (2.111), Belarus (1.133), a Venezuela (651) e Mianmar (567).
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