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Putin diz que sanções dão oportunidade para o desenvolvimento da indústria de aviação

© Sputnik / Aleksei Nikolsky / Abrir o banco de imagensO presidente russo, Vladimir Putin, faz discurso na sede do Serviço de Inteligência Externa da Rússia (SVR, na sigla em russo)
O presidente russo, Vladimir Putin, faz discurso na sede do Serviço de Inteligência Externa da Rússia (SVR, na sigla em russo) - Sputnik Brasil, 1920, 25.07.2022
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, comentou nesta segunda-feira (25) as sanções impostas pelo Ocidente ao setor aeronáutico russo. Putin disse que essas restrições dão novas oportunidades de desenvolvimento para a aviação no país.
Durante reunião ministerial que tratou principalmente sobre a indústria da aviação, Putin afirmou que as sanções anunciadas pelo Ocidente golpearam fortemente o setor aéreo e que é preciso buscar alternativas.

"A situação atual, dadas todas as suas dificuldades óbvias, nos dá uma oportunidade única de avançar para um nível fundamentalmente novo de desenvolvimento, a fim de realizar plenamente nosso próprio potencial científico, tecnológico e industrial", disse Putin.

O chefe de Estado da Rússia acredita que esse novo modelo precisa ser desenvolvido pensando nos interesses dos cidadãos e das empresas, considerando questões de acessibilidade, conveniência dos voos e competitividade.

“Devemos fazer de tudo para garantir que esse investimento inicial das empresas não seja repassado aos ombros dos passageiros", destacou.

"A tarefa de aumentar os volumes de transporte interno e sua acessibilidade aos cidadãos continua sendo uma das chaves tanto para este ano quanto para o futuro", acrescentou Putin.
As restrições impostas pelo Ocidente provocaram a descontinuação de operações de manutenção por fabricantes, a suspensão de certificados de aeronavegabilidade em países de registro, como Bermudas e Irlanda, e a exigência de devolução de arrendados. Segundo o governo russo, isso deixou grande parte da frota aérea russa fora da cobertura de seguros.
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A União Europeia aprovou na quarta-feira (20) o sétimo pacote de sanções contra a Rússia, que inclui proibição de compra de ouro, restrições a exportações e congelamento de ativos bancários do maior banco do país, o Sberbank.
Desde o início da operação militar especial da Rússia na Ucrânia, em 24 de fevereiro, os EUA e seus aliados iniciaram a aplicação de uma miríade de sanções contra Moscou. Entre as medidas estão restrições econômicas às reservas internacionais russas e a suas exportações de petróleo, gás, aço e ferro.
A escalada de sanções transformou a Rússia, de forma disparada, na nação mais sancionada do mundo, segundo a plataforma Castellum.ai, serviço de rastreamento de restrições econômicas no mundo.
No total, estão em vigor 11.411 medidas restritivas contra a Rússia, segundo os cálculos do site. A quantidade é mais que o triplo das 3.637 sanções impostas pelo Ocidente ao Irã. Na sequência, aparecem a Síria (2.614), a Coreia do Norte (2.111), Belarus (1.133), a Venezuela (651) e Mianmar (567).
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