Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Mídia: EUA poderiam enviar conselheiros militares e até tropas para a Ucrânia

© AFP 2022 / Serviço de imprensa presidencial da UcrâniaVladimir Zelensky, presidente ucraniano, dá boas-vindas a delegação dos EUA em Kiev, Ucrânia, 23 de julho de 2022
Vladimir Zelensky, presidente ucraniano, dá boas-vindas a delegação dos EUA em Kiev, Ucrânia, 23 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 24.07.2022
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Uma delegação americana em visita na Ucrânia sugeriu em declarações à mídia que os EUA e a Europa deviam fazer mais para apoiar Kiev, incluindo tendo uma maior presença militar no país.
Os EUA devem destacar conselheiros militares para a Ucrânia para ajudar com o planejamento e logística de Kiev, sugeriu no sábado (23) uma delegação congressional bipartidária americana que visitou a capital ucraniana.
Um dos objetivos referido é coordenar o fluxo de armas à Ucrânia. Desde o começo da operação militar especial da Rússia que têm surgido preocupações com o contrabando de armas enviadas para o conflito. Foi inclusive citado o uso por gangues na Europa de armas destinadas à Guerra Iugoslava, nos anos 1990.
"Penso que devemos fazer mais", defendeu Michael Waltz, oficial do Exército dos Estados Unidos e representante republicano pela Flórida, ao canal americano Fox News.
"Dito isto, isso deve vir com salvaguardas apropriadas, com supervisão apropriada, e a única maneira de conseguirmos essa supervisão é realmente ter alguns conselheiros na Ucrânia ajudando seus militares com o planejamento e a logística", explicou ele, não excluindo o envio de militares dos EUA à Ucrânia.
Como sublinhou o Fox News, já há conselheiros na Alemanha e na Polônia gerindo a logística e transferência de armas para Kiev.
Atirador de elite ucraniano na República Popular de Lugansk (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 21.06.2022
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Mikie Sherrill, representante democrata de Nova Jersey e ex-piloto de helicópteros da Marinha dos EUA, também integrou a comitiva e apoiou uma maior presença americana na Ucrânia, incluindo na Embaixada dos EUA em Kiev.
"Não acho que alguém esteja defendendo algum militar [americano] na linha de frente, mas ajudar na logística, planejar essas operações, integrar a inteligência é incrivelmente importante neste momento", segundo Waltz.
O representante republicano ainda pediu que a Europa contribuísse com mais armas e ajuda à Ucrânia, citando o exemplo do Reino Unido. Os EUA prometeram três vezes mais dinheiro para a Ucrânia do que toda a União Europeia, estimou o jornal New York Times.
A administração Biden deveria "não apenas ajudar a Ucrânia a jogar por um tempo, mas ajudá-los a ir em busca de uma vitória", afirmou o oficial.
Desde fevereiro de 2015 que tem sido relatada a presença na Ucrânia de conselheiros militares britânicos para treinar as forças ucranianas. Além disso, na terça-feira (19) Nikolai Patrushev, secretário do Conselho de Segurança da Rússia, disse que os países ocidentais, liderados pelos EUA, "asseguraram o influxo de conselheiros militares e especialistas" para a Ucrânia e estão fornecendo dados de inteligência sobre a Rússia.
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