Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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América Latina virou as costas aos EUA por causa da Rússia, diz Junge Welt

© AFP 2022 / MANDEL NGANO presidente dos EUA, Joe Biden, participa da Cúpula de Segurança e Desenvolvimento de Jeddah em hotel na cidade costeira de Jeddah, na Arábia Saudita, em 16 de julho de 2022
O presidente dos EUA, Joe Biden, participa da Cúpula de Segurança e Desenvolvimento de Jeddah em hotel na cidade costeira de Jeddah, na Arábia Saudita, em 16 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2022
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O Ocidente sofreu uma derrota econômica na América Latina, que agora está se orientando para o Oriente, afirma o colunista do jornal alemão Junge Welt, Frederic Schnatterer.
Segundo Frederic Schnatterer, autor do artigo, foi a guerra econômica desencadeada pelos Estados Unidos e a Europa contra a Rússia que fez com que os países do Mercosul se reorientassem para o Oriente.
"As sanções impostas à Rússia demonstraram claramente que não se pode contar com os países ocidentais. Washington não se importa com a situação do abastecimento do Sul global, as suas frases sobre a 'democracia' e 'direitos humanos' não mudam nada. Não é de surpreender que as tentativas de forçar [a América Latina] a se juntar ao bloco antirusso, que no fim de contas se tornou também antichinês, tenham fracassado", salientou o jornalista.
O colunista lembrou que os líderes latino-americanos têm seguido, desde o início do conflito na Ucrânia, uma política de neutralidade, denunciando os "ataques" ocidentais contra a Rússia.

"O que é ainda mais importante é o fato de tais gigantes econômicos como o Brasil e a Argentina terem ampliado de forma significativa os seus laços comerciais com a Rússia, apesar das sanções. Para Buenos Aires, o próximo passo no caminho de cooperação com Moscou e Pequim pode ser a adesão ao BRICS. Isso demonstra que o Ocidente está perdendo a sua influência", concluiu o autor da publicação.

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Desde 24 de fevereiro a Rússia tem conduzido uma operação militar especial de desmilitarização e desnazificação da Ucrânia. Segundo Vladimir Putin, o objetivo da operação é defender as pessoas que ao longo dos oito anos têm sofrido de intimidações e genocídio por parte do regime de Kiev. De acordo com o presidente russo, a operação visa libertar Donbass e criar condições que garantam a segurança da própria Rússia.
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