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Ainda no cargo, Johnson quer voltar a ser premiê em 2023, segundo assessor

© AFP 2022 / Peter NichollsBoris Johnson, primeiro-ministro britânico, fala com líderes empresariais em Downing Street, Londres, Reino Unido, 21 de julho de 2022
Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, fala com líderes empresariais em Downing Street, Londres, Reino Unido, 21 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2022
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Um assessor de Boris Johnson afirmou que ele pretende regressar ao cargo de premiê, apesar da eleição em setembro de 2022 do novo líder do Partido Conservador, que também será premiê.
Boris Johnson espera voltar a ser primeiro-ministro do Reino Unido em breve, apesar de já ter anunciado a resignação, escreveu no sábado (23) no Twitter seu assessor, Tim Montgomerie.
Segundo ele, o ainda premiê está "dizendo aos assistentes que ele será primeiro-ministro novamente dentro de um ano".
O jornal britânico The Daily Telegraph escreveu na sexta-feira (22) que até o final da noite nesse dia aproximadamente 7.600 membros do Partido Conservador assinaram uma petição pedindo uma votação sobre se Johnson deveria continuar como primeiro-ministro.
Primeiro-ministro britânico Boris Johnson caminha por Downing street, depois de o Partido Conservador vencer as eleições antecipadas para a Câmara dos Comuns, 13 de dezembro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 10.07.2022
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No entanto, apesar de preocupações de que a ação pode minar a disputa pela liderança do Partido Conservador britânico entre Rishi Sunak, que se demitiu em 5 de julho como ministro das Finanças, e Liz Truss, atual ministra das Relações Exteriores, os membros sênior teriam exortado os deputados a seguir em frente.
"O primeiro-ministro se retirou voluntariamente. Ele não está desempenhando nenhum papel nesta disputa pela liderança. Ele não é um candidato. O foco agora é unir o partido e ganhar as próximas eleições sob um novo líder", disse Robert Buckland, secretário de Estado do País de Gales.
Em 7 de julho Boris Johnson anunciou que deixaria de ser primeiro-ministro do Reino Unido após uma onda demissões no seu governo, mas segue sendo premiê, tendo pedido anteriormente permanecer no cargo até um membro do Partido Conservador, do qual se demitiu como chefe, ser eleito.
Os pedidos de demissão de Johnson começaram depois que foi revelado que uma série de reuniões sociais, chamadas de Partygate, foram realizadas em Downing Street no auge da pandemia do coronavírus em 2020 e 2021, apesar das regras rigorosas contra a socialização introduzidas por seu governo.
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