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Japão compra gás natural mais caro na sua história em meio à crise energética

© AFP 2022 / JIJI PRESSFumaça sobe do local do incêndio na usina siderúrgica da Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp. em Nagoya, prefeitura de Aichi, Japão, 17 de janeiro de 2014
Fumaça sobe do local do incêndio na usina siderúrgica da Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp. em Nagoya, prefeitura de Aichi, Japão, 17 de janeiro de 2014 - Sputnik Brasil, 1920, 20.07.2022
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O Japão comprou o carregamento de gás natural liquefeito (GNL) ao preço mais alto de toda a sua história, em meio à crescente crise energética global. Segundo uma fonte familiarizada com o assunto, a carga teria custado entre 132 e 135 milhões de dólares (R$ 730 milhões).
A Nippon Steel Corp, a segunda maior empresa siderúrgica do mundo, comprou o combustível para entrega em setembro ao preço de 41 dólares (R$ 222) por milhão de unidades térmicas britânicas (MMBtu), informaram dois empresários familiarizados com o assunto à Reuters.
"Com base em um navio padrão transportador de GNL, a carga teria custado entre 132 e 135 milhões de dólares, dependendo da tolerância da carga. Esta é a entrega de GNL mais cara já adquirida pelo país", esclareceu uma das fontes.
A nação insular está enfrentando o risco histórico de segurança energética, se vendo obrigada a pagar preços altos em um momento em que o fornecimento mundial é escasso, com os preços disparando.
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Ao longo deste ano, Tóquio já sofreu dois grandes cortes de eletricidade, incluindo durante a forte onda de calor no mês passado, enquanto a disputa pelo gás natural aumentou à medida que a União Europeia, junto com os seus aliados, abdicaram do gás russo, comunica a agência de notícias Bloomberg.
Espera-se que este ano o Japão seja o maior importador de GNL, devido a uma campanha governamental destinada a manter as reservas de combustível e evitar a escassez de energia. Além disso, as autoridades apelaram às indústrias e aos proprietários de habitações para utilizarem menos eletricidade, em um novo esforço de ativar reatores nucleares, assim como o uso de energias renováveis.
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