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Erdogan caracteriza as negociações com Putin em Teerã como 'profundas' e 'construtivas'

© AFP 2022 / Atta Kenare Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan durante uma coletiva de imprensa conjunta com os seus homólogos iraniano e russo depois da cúpula trilateral em Teerã, Irã, 19 de julho de 2022
Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan durante uma coletiva de imprensa conjunta com os seus homólogos iraniano e russo depois da cúpula trilateral em Teerã, Irã, 19 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 20.07.2022
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O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, classificou como "profundas e construtivas" as negociações com o seu homólogo russo Vladimir Putin, que se realizaram na terça-feira (19) em Teerã, no Irã.
"Tivemos uma reunião bilateral profunda e construtiva com o presidente da Federação da Rússia, o senhor Putin", afirmou Erdogan aos jornalistas no avião a caminho do Irã à Turquia.
O presidente turco também expressou a esperança de que o plano das Nações Unidas sobre a resolução do "assunto sobre grãos" seja implementado já nos próximos dias.

"Esperamos que o plano comece a ser implementado já nos próximos dias. O processo será efetuado através do centro de coordenação situado em Istambul. Além do nosso país, os funcionários da Rússia, Ucrânia e Nações Unidas serão representados", disse Erdogan aos jornalistas.

Em Teerã, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin (à esquerda), do Irã, Ebrahim Raisi (centro), e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (à direita), participam de cúpula trilateral do processo de Astana como líderes garantidores do cessar-fogo na Síria, 19 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 19.07.2022
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O líder turco também acrescentou que Ancara espera assinar o memorando quanto ao chamado "assunto sobre grãos" durante a reunião entre Turquia, Rússia, Ucrânia e Nações Unidas, que vai ser realizada mais tarde nesta semana.

"Temos trabalhado na exportação dos grãos ucranianos através do mar Negro há muito tempo. Já discuti o assunto várias vezes com [o presidente russo Vladimir] Putin e [o presidente ucraniano Vladimir] Zelensky. Os nossos ministros das Relações Exteriores e da Defesa também realizaram reuniões com os seus homólogos. […] Nesta semana, desejamos converter este memorando em um texto escrito", salientou.

Na semana passada, os oficiais militares representando a Turquia, Rússia e Ucrânia, junto com a delegação da ONU, conduziram negociações sobre o assunto de grãos em Istambul, Turquia. Depois das negociações, o ministro da Defesa turco, Hulusi Akar, declarou que as partes tinham concordado em criar um centro de coordenação em Istambul, acrescentando que as partes russa e ucraniana realizariam mais uma rodada de negociações na Turquia mais tarde.
© Sputnik / Pool / Abrir o banco de imagensEm Teerã, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin (à esquerda), do Irã, Ebrahim Raisi (centro), e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (à direita), participam de cúpula trilateral do processo de Astana como líderes garantidores do cessar-fogo na Síria, 19 de julho de 2022
Em Teerã, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin (à esquerda), do Irã, Ebrahim Raisi (centro), e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (à direita), participam de cúpula trilateral do processo de Astana como líderes garantidores do cessar-fogo na Síria, 19 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 20.07.2022
Em Teerã, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin (à esquerda), do Irã, Ebrahim Raisi (centro), e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (à direita), participam de cúpula trilateral do processo de Astana como líderes garantidores do cessar-fogo na Síria, 19 de julho de 2022
O fornecimento de grãos da Ucrânia entrou em colapso no início do ano corrente em meio à operação militar especial russa, que provocou preocupações sobre uma grave escassez de alimentação em todo o mundo. O Ocidente tem acusado a Rússia por estar bloqueando o fornecimento de grãos, girassol e fertilizantes da Ucrânia. Moscou tem negado de forma repentina as acusações, salientando que a crise alimentar foi provocada pelas forças ucranianas, que minaram os portos do mar Negro. O Kremlin também destaca que as sanções ocidentais contra as exportações da produção agrícola russa também têm contribuído para o problema.
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