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Capacidade defensiva da Europa está em risco devido ao fornecimento de armas a Kiev, aponta FT

CC0 / Ministério da Defesa da Holanda / Artilharia autopropulsada alemã PzH 2000 em ação no Afeganistão
Artilharia autopropulsada alemã PzH 2000 em ação no Afeganistão - Sputnik Brasil, 1920, 19.07.2022
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Em meio ao conflito na Ucrânia, os governos europeus decidiram renunciar à sua política de redução de despesas militares "para enfrentar uma nova Rússia" e admitem que a capacidade defensiva na Europa está em risco devido ao fornecimento de armas a Kiev, escreve Financial Times.
Atualmente, a crise ucraniana tem impulsionado as iniciativas para reforçar o status da Europa como uma potência militar global através de uma série de propostas para uma maior colaboração nos programas de defesa e fabricação de armas, aponta o jornal.
Até mesmo a Alemanha, considerada durante muito tempo um grande obstáculo político a um maior investimento no setor militar, deixou para trás décadas de má vontade ao compromisso militar e mostrou-se disposta a aumentar as despesas e apoiar mais projetos europeus conjuntos, notam os analistas.
Entretanto, os planos da Europa de adquirir novos materiais bélicos podem ser entravados por várias razões. Uma parte dos aumentos orçamentários anunciados terá que ser gasta para aumentar os salários nos exércitos e a "reabastecer os arsenais de armas que têm se esgotado no esforço para ajudar a Ucrânia".
A operação especial realizada na Ucrânia revelou "a falta de preparação geral da Europa", já que os países ocidentais se apressaram a enviar "centenas de tanques, sistemas de lançamento múltiplo de foguetes e artilharia das reservas nacionais" como uma forma de ajuda militar a Kiev, mas "essas reservas estão se esgotando".
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Anteriormente, autoridades dos EUA admitiram ao jornal The New York Times que os estoques de armas norte-americanos e da Europa ficarão baixos em algum momento e que seria difícil manter o mesmo nível de apoio material à medida que a fadiga da guerra aumenta.
No início deste mês, o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou um novo saque de US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) em assistência militar adicional à Ucrânia.
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