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FMI, OMS e Banco Mundial clamam países ocidentais a suspender restrições comerciais

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Colheita de trigo na região de Krasnodar, Rússia (imagem de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2022
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"A crise de 2008 nos ensinou que impor restrições ao comércio global leva diretamente a aumentos nos preços dos alimentos", alertaram os autores do relatório conjunto.
Na última sexta-feira (15), a agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), através do Programa Alimentar Mundial (PAM) anunciou por meio de um comunicado conjunto com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Grupo Banco Mundial (GBM) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) que a eliminação das restrições ao comércio internacional ajudaria a lidar com a crise global de segurança alimentar.
O relatório observa que a pandemia de COVID-19, a interrupção das cadeias de suprimentos internacionais e o conflito na Ucrânia deixaram um sério impacto nos mercados de alimentos, combustíveis e fertilizantes. Em junho, um total de 345 milhões de pessoas em 82 países sofria de "insegurança alimentar aguda" a ponto de suas vidas estarem em perigo, alertaram os autores.
Especialistas afirmaram que a situação foi agravada pela decisão de quase 25 países de impor restrições às exportações de alimentos que afetam mais de 8% do comércio mundial. Por outro lado, também houve alta nos preços dos fertilizantes, que dobraram no último ano.
A declaração enfatiza que ações como "facilitar o comércio e melhorar o funcionamento e a resiliência dos mercados globais de alimentos e agricultura [...] são essenciais". "A crise de 2008 nos ensinou que a imposição de restrições ao comércio global leva diretamente a aumentos nos preços dos alimentos. A remoção das restrições à exportação e a adoção de processos de fiscalização e licenciamento mais flexíveis ajudam a minimizar interrupções no fornecimento e preços mais baixos", disseram os especialistas.
Nesse contexto, os autores do comunicado sintetizaram suas propostas para enfrentar a crise por meio de uma série de "ações de curto e longo prazo", que consistem em "dar apoio imediato aos vulneráveis, facilitar o comércio internacional e o fornecimento de alimentos, aumentar a produção e investir na agricultura resiliente ao clima.
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