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Destruição de depósito de mísseis em Odessa é 'má notícia' para OTAN, diz especialista britânico

© Foto / Ministério da Defesa do Reino UnidoNavio de guerra HMS Montrose da Marinha Real Britânica dispara míssil Harpoon (foto de arquivo)
Navio de guerra HMS Montrose da Marinha Real Britânica dispara míssil Harpoon (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2022
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A destruição pelo exército russo do depósito de mísseis antinavio Harpoon e dos lançadores múltiplos de foguetes Himars, em Odessa, neste domingo (17), é uma "má notícia" para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e a Ucrânia, afirmou o pesquisador e jornalista britânico Jack Buckby, em artigo publicado no site 19FortyFive.
De acordo com o especialista, as artilharias destruídas são as melhores já desenvolvidas por países ocidentais, com capacidade de atingir alvos a longas distâncias e com alta precisão.
Os Estados Unidos já enviaram oito unidades de Himars para as Forças Armadas da Ucrânia e planejam entregar mais quatro em um futuro próximo, conforme ressaltou o pesquisador.
Apesar da contraofensiva russa a armamentos e munições fornecidos pelo Ocidente, os EUA e seus aliados continuam a enviar ajuda militar à Ucrânia.
Em maio, o presidente norte-americano, Joe Biden, assinou outro projeto de lei para a distribuição de assistência militar, econômica e humanitária a Kiev, no valor de US$ 40 bilhões (R$ 216,4 bilhões).
© Sputnik / Sergei AverinArmas apreendidas em prédio ocupado por nacionalistas ucranianos em Mariupol
Armas em prédio capturado de nacionalistas ucranianos em Mariupol - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2022
Armas apreendidas em prédio ocupado por nacionalistas ucranianos em Mariupol. Foto de arquivo
Moscou tem alertado repetidamente para as tentativas do Ocidente de prolongar o conflito, fornecendo munição para as forças ucranianas. Já o Ministério da Defesa da Rússia anunciou que armazéns com equipamentos militares na Ucrânia se tornariam alvos legítimos.
A Rússia iniciou a operação militar especial, em 24 de fevereiro, com o objetivo de "desmilitarizar" e "desnazificar" a Ucrânia, após pedido de ajuda das repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) para combater ataques de tropas ucranianas.
A missão, segundo o Ministério da Defesa russo, tem como alvo apenas a infraestrutura militar da Ucrânia.
Além disso, as Forças Armadas da Rússia têm acusado militares ucranianos de usar "métodos terroristas" nos combates, como fazer civis de "escudo humano" e se alojar em construções não militares.
Comissário de Justiça da União Europeia, Didier Reynders, em 15 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2022
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