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Destróier dos EUA volta a passar por arquipélago disputado pela China (FOTOS)

© AP Photo / Arthur Rosen, especialista em comunicação de massa de 2ª classe / Marinha dos EUA / HandoutUSS Benfold (DDG 65), destróier dos EUA, conduz operações marítimas no mar das Filipinas em 24 de junho de 2022
USS Benfold (DDG 65), destróier dos EUA, conduz operações marítimas no mar das Filipinas em 24 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 16.07.2022
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O destróier USS Benfold (DDG 65) dos EUA navegou perto das ilhas Paracel no mar do Sul da China, em uma passagem que a Marinha do país afirmou ser "em conformidade com o direito internacional".
Um destróier dos EUA navegou no sábado (16) perto das ilhas Spratly, no mar do Sul da China, comunicou a Marinha do país norte-americano.
Em 16 de julho, o USS Benfold (DDG 65) reafirmou os direitos e liberdades de navegação no mar do Sul da China, perto das ilhas Spratly, em conformidade com o direito internacional.
Trata-se da segunda de tais ações no espaço de uma semana conduzidas pelo USS Benfold (DDG 65), depois que ele passou pelo arquipélago disputado de Paracel no mar do Sul da China na quarta-feira (13) e foi "expulso" pelas forças da China, segundo relatado por elas.
As ilhas Spratly são, junto com a grande parte do mar do Sul da China, um território que Pequim afirma deter. A China tem disputas no mar com Brunei, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã.
Os EUA enviam frequentemente navios para zonas sensíveis da Ásia-Pacífico, incluindo para o estreito de Taiwan, que justificam como operações de liberdade de navegação em meio a restrições locais impostas pela China. Pequim nega que esteja limitando a passagem de navios e aeronaves de outros países e chama as ações de provocações que aumentam as tensões.
"Os fatos voltam a demonstrar que os EUA são quem verdadeiramente cria as ameaças na área da segurança no mar do Sul da China, quem destrói a paz e a estabilidade na região", comentou na quarta-feira (13) Tian Junli, representante oficial do comando do Exército chinês, condenando o que diz ser a militarização do mar por Washington.
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