Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Valendo menos que o dólar, euro registra queda histórica

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Euro (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 13.07.2022
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Desvalorização é reflexo do temor de recessão na Europa, alimentado por crise no fornecimento de energia.
O euro caiu abaixo da paridade com o dólar nesta quarta-feira (13), sendo negociado pela manhã a US$ 0,998 (cerca de R$ 5,37). É a primeira vez, desde 2002, que a moeda europeia é negociada por menos de um dólar.
A desvalorização é um reflexo do temor de recessão na Europa. Em parte, o risco de recessão é gerado pela crise no fornecimento de energia ao continente, por conta da queda no fornecimento do gás russo.
Nesta semana, o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, alertou para as desvalorizações do dólar e do euro. Medvedev disse que "os europeus atiraram na própria cabeça com uma pistola de sanções".
Alguns países, como a França, já se preparam para eventuais quedas de energia, substituindo o gás pelo petróleo como fonte de energia em suas cadeias de produção e cogitando ampliar o uso de carvão, o que contraria a agenda de combate às mudanças climáticas.
Agricultor trabalha na transformação de lavanda em essência utilizando gás em uma destilaria em Grignan, França, 7 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.07.2022
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A queda recorde do euro ocorre um dia após a União Europeia (UE) aprovar formalmente a adesão da Croácia à zona euro. O país se tornará o 20º a substituir a moeda local (a kuna) pelo euro, o que deve ocorrer em 1º de janeiro de 2023. A troca é prevista para todos os países no Tratado de Adesão à União Europeia.
Porém nem todos os países desejam fazer a mudança. A Polônia, por exemplo, vem resistindo à adesão do euro. No início deste mês, o presidente do Banco Central da Polônia, Adam Glapinski, criticou a pressão feita pela UE contra o país.
"Há uma enorme pressão de um de nossos vizinhos para empurrar a Polônia para o euro e para ajudarmos a construir um super-Estado europeu", disse Glapinski.
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