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Em Israel, Biden diz que EUA usariam força contra Irã 'como último recurso'

© AP Photo / Gil Cohen-MagenO presidente dos EUA, Joe Biden, ao centro, o primeiro-ministro interino israelense Yair Lapid, à direita, e o ministro da Defesa, Benny Gantz, em frente ao sistema de defesa Iron Dome de Israel durante uma excursão no Aeroporto Ben Gurion, perto de Tel Aviv, quarta-feira, 13 de julho de 2022
O presidente dos EUA, Joe Biden, ao centro, o primeiro-ministro interino israelense Yair Lapid, à direita, e o ministro da Defesa, Benny Gantz, em frente ao sistema de defesa Iron Dome de Israel durante uma excursão no Aeroporto Ben Gurion, perto de Tel Aviv, quarta-feira, 13 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.07.2022
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Para líder estadunidense, o retorno ao acordo nuclear está nas mãos de Teerã, entretanto, ressaltou que Washington se retiraria das negociações se a condição for remover o IRGC da lista de organizações terroristas.
Durante sua visita a Israel, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que se todas as outras opções falharem, Washington usaria sua força para impedir que o Irã desenvolva armas nucleares, de acordo com o The Times of Israel.
Ao ser indagado pela apresentadora, Yonit Levi, do Canal 12 israelense se os EUA usariam a força para interromper o programa nuclear iraniano, Biden respondeu que "como último recurso, sim".
O líder norte-americano também afirmou que os EUA se afastariam do acordo nuclear paralisado se dependesse da remoção do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) da lista negra do terror.
Uma foto fornecida pelo escritório do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, mostra o Corpo da  Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC),  em 13 de outubro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2022
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Ao mesmo tempo, Biden declarou que a reintegração ao acordo "agora depende do Irã".
Ao ser questionado se ele recebeu algum compromisso do primeiro-ministro israelense, Yair Lapid, ou do ex-primeiro-ministro, Naftali Bennett, de que Tel Aviv não agiria sem primeiro notificar os EUA, o presidente respondeu que "não discutiria isso".
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