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Militares sul-coreanos detectam novos disparos de artilharia da Coreia do Norte, diz mídia

© AP Photo / Lee Jin-manO líder norte-coreano, Kim Jong-un, aparece em uma tela em Seul falando sobre o lançamento de um míssil pela Coreia do Norte, 25 de maio de 2022
O líder norte-coreano, Kim Jong-un, aparece em uma tela em Seul falando sobre o lançamento de um míssil pela Coreia do Norte, 25 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 10.07.2022
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Diante dos crescentes temores de um eminente conflito em face às "provocações" da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Coreia do Sul alega ter detectado novas "trajetórias" de disparos efetuados por Pyongyang.
Neste domingo (10), militares sul-coreanos detectaram "trajetórias" do que se acredita terem sido tiros de artilharia disparados pela Coreia do Norte.
O portal da agência Yonhap divulgou a informação enviada em mensagem de texto pelo Estado-Maior Conjunto (JCS na sigla em inglês), mas a mensagem não trazia detalhes sobre o número exato de disparos ou a origem dos projéteis.
"Enquanto reforçam o monitoramento e a vigilância de nossos militares, a Coreia do Sul e os Estados Unidos estão trabalhando de perto e mantendo uma postura de prontidão completa", disse o JCS, citado pela agência de notícias.
De acordo com a fonte da Yonhap, um total de duas trajetórias foram detectadas, com os tiros presumivelmente disparados de vários lançadores múltiplos de foguetes.
Yoon Suk-yeol, presidente da Coreia do Sul, em encontro trilateral com Joe Biden e Fumio Kishida (fora da foto), presidente dos EUA e primeiro-ministro do Japão, respetivamente, à margem de cúpula da OTAN em Madri, Espanha, 29 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 06.07.2022
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A Coreia do Norte aparentemente já testou uma série de mísseis neste ano, todos proibidos pelas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).
Em 12 de junho, os militares sul-coreanos disseram que Pyongyang havia disparado projéteis de vários lançadores múltiplos de foguetes. Uma semana antes disso, a RPDC supostamente disparou oito mísseis balísticos de curto alcance para o leste de quatro áreas diferentes.
Os supostos lançamentos ocorreram em meio a temores crescentes em Seul de que a Coreia do Norte poderia realizar em breve seu sétimo teste nuclear. Em junho, Sung Kim, representante especial dos EUA na Coreia do Norte, afirmou que Pyongyang poderia realizar esse teste "a qualquer momento".
Vários dias atrás, o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol alertou o país vizinho que qualquer "provocação" seria recebida com uma resposta rápida. Ele colocou os militares de seu país em alerta máximo em meio a crescentes tensões com a RPDC na última quarta-feira (6).
Nesta imagem obtida do Departamento de Defesa dos EUA, uma aeronave F-35 Lightning II da Força Aérea dos EUA é reabastecida por uma aeronave KC-10 Extender sobre a Polônia em 24 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2022
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Após 5 anos, EUA posam 6 caças F-35 na Coreia do Sul para participarem de exercícios combinados
A questão foi discutida por ele com os líderes dos EUA e do Japão antes de colocar suas Forças Armadas em alerta total. Todos os três concordaram em estender a "dissuasão" contra Pyongyang. Na segunda-feira (4), seis caças americanos F-35A chegaram à Coreia do Sul para sua primeira visita anunciada desde 2017.
De acordo com o Japan Times, o governo metropolitano de Tóquio planeja aumentar o número de abrigos de emergência temporários para proteger os moradores de explosões em caso de um ataque com mísseis balísticos. A decisão, segundo o jornal, foi motivada pelas crescentes ameaças à segurança, incluindo aquelas envolvendo a Coreia do Norte.
O último teste nuclear conhecido de Pyongyang foi realizado em 2017, antes de uma moratória autoimposta acordada durante o governo de Donald Trump. O país também suspendeu os testes de mísseis balísticos por intermédio de um acordo promovendo uma breve pausa nos exercícios militares dos EUA e da Coreia do Sul. No entanto, isso terminou quando os exercícios conjuntos foram retomados.
Pyongyang condenou repetidamente a presença militar dos EUA na região como provocativa, especificamente seus exercícios realizados com a Coreia do Sul, vendo os treinamentos como ensaios para uma invasão.
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