Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Sanções contra Rússia têm efeito bumerangue e provocam inflação alta no Ocidente, diz jornal

© Sputnik / Natalia SeliverstovaEm 1923, quase metade de Tóquio foi destruída em forte terremoto. Apesar do alto custo da reconstrução, a cidade foi renovada
Em 1923, quase metade de Tóquio foi destruída em forte terremoto. Apesar do alto custo da reconstrução, a cidade foi renovada - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2022
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As sanções aplicadas à Rússia têm tido um efeito bumerangue nos países ocidentais, escreve o jornal japonês Asahi.
As restrições impostas à Rússia provocaram um aumento acentuado nos preços da energia e outros bens, provocando alta inflação em muitos países, aponta o artigo.

"A Rússia, junto com os EUA, é uma das poucas grandes potências que, em geral são autossuficientes, por isso é difícil esperar que as sanções econômicas tenham um efeito imediato", disse à edição Hirohito Enomoto, vice-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Marubeni.

A União Europeia é o maior consumidor de gás russo e sua dependência da Rússia no futuro próximo não vai desaparecer. Os países europeus pagam a Moscou muito dinheiro pelo gás, o que, por sua vez, ajuda a estabilizar o rublo e apoia a economia russa.
"Este é o maior ponto de viragem desde a Segunda Guerra Mundial", concluiu o jornal.
Anteriormente, o primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki admitiu que, até agora, a Rússia está lidando muito bem com as sanções ocidentais.
Em Bruxelas, o premiê da Polônia Mateusz Morawiecki chega para uma cúpula da União Europeia, em 16 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 04.07.2022
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Por sua vez, o chefe da Agência Federal de Redes alemã, Klaus Mueller, disse que a Alemanha tem reservas de gás suficientes para apenas um ou dois meses, caso os fornecimentos provenientes da Rússia cessem completamente.
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