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Exército dos EUA arrisca perder liderança global se melhoria militar não for acelerada, diz portal

© AP Photo / Mindaugas KulbisVeículo blindado Bradley do Exército dos EUA do Fort Hood no Texas (foto de arquivo)
Veículo blindado Bradley do Exército dos EUA do Fort Hood no Texas (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2022
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Mackenzie Eaglen, que é colunista do portal norte-americano 19fortyfive, escreve em artigo que um dos problemas mais evidentes do Pentágono é o processo de modernização das capacidades militares inacreditavelmente lento.
Ela aponta que a dissuasão convencional e a liderança global do Exército dos EUA vão desaparecer se o tempo for continuamente desperdiçado em desejos incertos para um amanhã igualmente duvidoso.
A administração dos EUA está confiando em ter "o amanhã, amanhã e amanhã" para realizar pesquisa e adquirir e colocar em campo a tecnologia e conceitos futuros, aponta o jornal.
Se o Pentágono está avaliando a possibilidade de possuir capacidades revolucionárias de combate em 2027, então é um problema aqui e agora, já que da elaboração do conceito ao planejamento, à aprovação do Congresso, à compra em escala e à entrega do armamento aos combatentes é um processo que pode demorar de três a cinco anos, e é no melhor dos cenários.

"Quer mais [complexos antiaéreos] Stinger, Javelin ou [lançadores de foguetes múltiplos] HIMARS? Falamos daqui entre 24 e 36 meses", escreve Eaglen.

O Pentágono e o Congresso têm atrasado por três décadas a modernização crítica para a sustentação do poder de combate aceitável dos EUA.
Colocados contra a parede agora, os legisladores não devem ceder a supremacia militar a uma "morte empoeirada", mas, sim, rever o ritmo de produtividade admitindo que as Forças Armadas norte-americanas não podem sobreviver "comparando o tempo" para ganhar capacidade, conclui o portal.
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