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Armamentos fornecidos à Ucrânia vão para o Oriente Médio e o mercado negro, diz ministro russo

© AP Photo / Efrem LukatskyMilitares ucranianos desembalam mísseis antitanque Javelin, entregues como parte da assistência de segurança dos Estados Unidos da América à Ucrânia, no aeroporto de Borispol, Ucrânia, 11 de fevereiro de 2022
Militares ucranianos desembalam mísseis antitanque Javelin, entregues como parte da assistência de segurança dos Estados Unidos da América à Ucrânia, no aeroporto de Borispol, Ucrânia, 11 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2022
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Uma parte do armamento estrangeiro fornecido pelo Ocidente à Ucrânia acaba no Oriente Médio, bem como no mercado negro, disse nesta terça-feira (5) Sergei Shoigu ministro da Defesa da Rússia em uma reunião.
"De acordo com os dados disponíveis, parte das armas estrangeiras fornecidas pelo Ocidente à Ucrânia está se espalhando pela região do Oriente Médio e também entrando no mercado negro", disse Shoigu.
Na esperança de prolongar o conflito na Ucrânia, o Ocidente segue fornecendo armamentos em larga escala ao país.
Já foram entregues mais de 28 mil toneladas de cargas militares aos ucranianos, notou o ministro.
O general ressaltou na reunião que, nos últimos dez dias da operação militar especial na Ucrânia, foram eliminados 170 mercenários, 99 se recusaram a participar das hostilidades e deixaram o país.
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Shoigu declarou também que a operação especial na Ucrânia prosseguirá até serem alcançados todos os objetivos estabelecidos, a prioridade é preservar a vida e a saúde dos militares russos e da população civil.
"A operação militar especial continuará até as tarefas definidas pelo Comandante Supremo serem concluídas", disse o ministro da Defesa.
Desde o dia 24 de fevereiro, a Rússia tem conduzido sua operação especial de "desnazificação e desmilitarização" da Ucrânia, objetivos determinados e anunciados pelo presidente russo, Vladimir Putin.
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