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Palavreado do Ocidente de apoio à Ucrânia está se esgotando no envio de armas, diz general tcheco

© AP Photo / Vadim GhirdaFuzileiros navais dos EUA lançando um míssil Stinger na Romênia
Fuzileiros navais dos EUA lançando um míssil Stinger na Romênia - Sputnik Brasil, 1920, 04.07.2022
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Os países ocidentais apoiam ativamente a Ucrânia em palavras, sendo cada vez menos uma ajuda real que eles podem fornecer, disse o major-general Andor Sandor, ex-chefe da inteligência militar tcheca em uma entrevista ao jornal Parlamentni Listy.
De acordo com ele, desde o início, alguns países escolheram um caminho moderado nesta questão e não estão com pressa para oferecer apoio ativo a Kiev. Como exemplo, o general citou a Alemanha, que prometeu muito, mas fez pouco.
O principal problema é que não há quase equipamentos militares que ainda possam ser enviados: os sistemas de mísseis antiaéreos e antitanque que os ucranianos sabem usar foram enviados, e os estoques da "herança soviética" serão esgotados em breve.
Sandor observou que agora a própria República Tcheca não tem armas suficientes em caso de conflito.
Além disso, o primeiro-ministro tcheco, Petr Fiala, admitiu recentemente que não há mais nada que possa servir como ajuda para Kiev.
"As reservas e capacidades da indústria de defesa são limitadas, e é claro que a própria aliança não esperava que um longo conflito começasse na Europa. O problema é que não temos muito equipamento para uma longa guerra. Não temos a ideia de como reorganizar a indústria civil para a militar", notou o general.
Falando sobre as premissas do conflito, Sandor disse que durante muito tempo os países ocidentais não levavam em conta as exigências legítimas da Rússia.
Militares ucranianos desembalam mísseis antitanque Javelin, entregues como parte da assistência de segurança dos Estados Unidos da América à Ucrânia, no aeroporto de Borispol, Ucrânia, 11 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.06.2022
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Por fim, ele disse que é necessário parar de fingir que "somos nós quem decidimos", caso contrário a OTAN teria que aumentar o número de militares nos exércitos para combates a longo prazo, e isso pode causar despesas financeiras catastróficas.
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