Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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MD do Reino Unido ameaça cortar fornecedores de combustível por uso de petróleo russo

© flickr.com / Sergio RussoBarris de petróleo (foto de arquivo)
Barris de petróleo (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 03.07.2022
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O Ministério da Defesa do Reino Unido cortará contratos com fornecedores que utilizarem petróleo russo em combustíveis, anunciou um porta-voz do órgão neste domingo (3).

"Se os produtos petrolíferos enviados ao Ministério da Defesa virem de fornecedores russos, tomaremos medidas imediatas para mudar para fornecedores alternativos", disse o porta-voz ao The Telegraph.

O ministério adquire produtos de uma série de fornecedores, incluindo combustível de aviação da empresa grega Motor Oil Hellas, que assinou um contrato de cinco anos com a companhia russa Rosneft, em novembro de 2017.
Dados de rastreamento de petroleiros mostram que carregamentos de combustível foram enviados da Rússia para o terminal da Motor Oil em Corinto, após o início da operação militar especial na Ucrânia, em 24 de fevereiro.
Segundo o porta-voz, o ministério recebe a garantia de que o combustível obtido pela Motor Oil Hellas não era proveniente da Rússia.
© Sputnik / Maksim BogodvidBombeamento de petróleo na região de Alimetievsk, na república de Tatarstan, na Rússia, em 11 de março de 2022
Bombeamento de petróleo na região de Alimetievsk, república de Tatarstan, Rússia, foto publicada em 11 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 03.07.2022
Bombeamento de petróleo na região de Alimetievsk, na república de Tatarstan, na Rússia, em 11 de março de 2022. Foto de arquivo
O Reino Unido anunciou, em março, que eliminaria gradualmente as importações de petróleo russo até o final de 2022, em resposta à operação na Ucrânia.
Antes do conflito, as importações russas representavam 8% da demanda total de petróleo do país e 18% do diesel.
Desde o início da operação militar, os Estados Unidos e seus aliados iniciaram a aplicação de sanções contra Moscou. Entre as medidas estão restrições econômicas às reservas internacionais russas e a suas exportações de petróleo, gás, aço e ferro.
Além disso, a União Europeia censurou o acesso à Sputnik e ao RT em seu território. YouTube, Facebook, Instagram e Twitter também restringiram o acesso a páginas e links de mídias estatais russas. No caso do YouTube, todas as mídias foram banidas da plataforma.
Posto de gasolina mostra preços de combustíveis, em 11 de novembro de 2021 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 01.07.2022
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