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Alemanha comenta possíveis garantias de segurança para Kiev

© AP Photo / Natacha PisarenkoO chanceler alemão, Olaf Scholz (à esquerda), aperta a mão do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky (à direita), enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, sorri, no Palácio Mariinsky em Kiev, Ucrânia, 16 de junho de 2022
O chanceler alemão, Olaf Scholz (à esquerda), aperta a mão do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky (à direita), enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, sorri, no Palácio Mariinsky em Kiev, Ucrânia, 16 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 03.07.2022
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A Ucrânia não pode estar sujeita ao princípio da defesa coletiva porque não é membro da OTAN, disse o chanceler Olaf Scholz.
As garantias de segurança para a Ucrânia vão ser inferiores às oferecidas aos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), disse o chanceler alemão Olaf Scholz neste domingo (3). Em entrevista à rádio ARD, Scholz disse que Berlim vem discutindo a questão das garantias de segurança com seus "amigos próximos", o processo está em andamento.
"É claro que não será o mesmo que para um membro da OTAN", sublinhou o chanceler, ao se referir ao princípio da segurança coletiva que se aplica dentro da aliança, mas não a terceiros. Scholz, no entanto, disse que a questão de fornecer algumas garantias de segurança para Kiev está "agora sendo cuidadosamente preparada pelos diplomatas" para quando o conflito atual terminar.
Ainda de acordo com a autoridade alemã, o Ocidente deve manter a pressão sobre a Rússia por meio do uso de sanções.
A Ucrânia havia sinalizado anteriormente que desistiria de suas ambições de fazer parte da OTAN e concordaria em permanecer neutra, conforme exigido pela Rússia, em troca de garantias de segurança do Ocidente.
Na última sexta-feira (1º), o presidente ucraniano Vladimir Zelensky anunciou a criação de um grupo especial sobre garantias internacionais de segurança para Kiev. O grupo é liderado pelo ex-secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen, e Zelensky disse que inclui "figuras influentes de vários países democráticos do mundo – Austrália, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Polônia, França, Itália e, claro, Ucrânia".
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"A principal tarefa do grupo é desenvolver um formato de garantias de segurança para nosso país, que funcione a longo prazo e de forma realista, para que não haja agressões futuras", disse o líder ucraniano.
No final de abril, Zelensky apresentou sua visão de como as garantias de segurança funcionariam. Ele disse que os fiadores precisariam tomar decisões dentro de horas, em vez de dias ou semanas, já que qualquer atraso no fornecimento de assistência militar de emergência custaria vidas.
O presidente explicou que não está insistindo em disposições ao estilo da OTAN. Ele também enfatizou que ninguém sabe como a OTAN agiria se um de seus membros fosse atacado, pois tal situação nunca surgiu e "Deus não permita que ocorra".
Embora vários países tenham indicado disposição para fornecer tais garantias, ninguém as ofereceu oficialmente até agora.
Moscou, que há muito vê a expansão da OTAN para o Leste Europeu como uma ameaça direta aos seus interesses de segurança, citou a possível adesão da Ucrânia como uma das principais razões para sua decisão de lançar sua operação militar especial em fevereiro.
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