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EUA não investem o suficiente em tecnologias avançadas para alcançar o ritmo da China, diz relatório

© AP PhotoVista aérea do prédio pentagonal de cinco lados, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Arlington, Virgínia.
Vista aérea do prédio pentagonal de cinco lados, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Arlington, Virgínia. - Sputnik Brasil, 1920, 01.07.2022
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O governo dos EUA e o Departamento de Defesa em particular estão investindo mais em tecnologias de ponta, contudo, um novo relatório analítico observa que Washington não está gastando o suficiente para acompanhar o ritmo de concorrentes como a China nas áreas de inteligência artificial e aprendizado de máquina.
De acordo com o novo estudo da empresa de análise de dados Govini, os gastos dos EUA em tecnologias avançadas como armas hipersônicas e inteligência artificial ainda são modestos, quando comparados aos seus rivais chineses.
O estudo se baseia em uma lista de áreas tecnológicas cruciais, abrangendo 14 tecnologias, entre as quais tecnologias espaciais, ciência quântica, inteligência artificial, aprendizado de máquina e biotecnologia.
A empresa afirma que, dada a apresentação clara das informações, os decisores da administração Biden estão agora melhor equipados para orientar o desenvolvimento dessas tecnologias cruciais e dos programas militares em geral.

"Nos últimos anos, o governo dos EUA reconheceu a importância das tecnologias emergentes, tanto para a concorrência estratégica com a China, como para a nossa futura prosperidade nacional, e várias administrações e congressos adoptaram medidas em conformidade [com isso]", aponta o relatório, citado pela Breaking Defense. "Mas, apesar desses esforços, avançar rápido o suficiente para ultrapassar a China continua sendo um grande desafio".

Tara Murphy Dougherty, diretora executiva da Govini, disse em um comunicado de imprensa que, no relatório deste ano, a empresa considerou que era "vital que o país se concentrasse em tecnologias cruciais para o futuro da segurança nacional".
"O Departamento da Defesa reconheceu a importância da tecnologia emergente na concorrência estratégica em curso com a China, particularmente na competitividade econômica e militar", notou ela.
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"O Departamento está confiante na inovação que ocorre nos setores público e privado para desenvolver e implementar as futuras capacidades de nossas necessidades militares. No entanto, apesar dos esforços contínuos, nossa vantagem competitiva está em risco. Como mostram os dados, é imperativa uma mudança mais agressiva a favor da inovação; mais do mesmo não funcionará", explicou Dougherty.
Segundo o estudo, o Pentágono continua tendo dificuldades em interagir com os setores de startups e inovação; em vez disso, favorece os principais integradores e empresas de serviços, perdendo oportunidades para aproveitar os desenvolvimentos emergentes.
A China, por contrário, estaria assumindo a liderança em áreas como computação quântica, inteligência artificial e aprendizado de máquina, ante o financiamento limitado dos EUA.
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