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Marinha quer 'lancha-drone' para patrulhar águas brasileiras (VÍDEO)

© FolhapressRio Tupana, na Floresta Amazônica, no estado do Amazonas
Rio Tupana, na Floresta Amazônica, no estado do Amazonas - Sputnik Brasil, 1920, 29.06.2022
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A Marinha brasileira quer usar veículos de superfície não tripulados para patrulhar os rios que cortam a Amazônia brasileira.
Com o objetivo de incrementar as fiscalizações nas águas da Amazônia, o Centro de Análises de Sistemas Navais da Marinha está desenvolvendo o projeto VSNT-E, sigla para Veículo de Superfície Não Tripulado – Experimental.
As informações foram confirmadas pela Marinha, e a ideia é que pesquisas desenvolvidas em universidades brasileiras contribuam para o projeto. Entre as interessadas para parcerias estão a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade de São Paulo (USP).
"A tecnologia de veículos não tripulados, sejam aéreos, de superfície ou submarinos está cada vez mais presente nas atividades que envolvem risco, repetição ou ambientes adversos de operação. Isso não se resume apenas a atividades voltadas para a área de defesa, mas também a setores civis como a indústria offshore, transporte e logística de bens, localização de objetos no fundo do mar e levantamentos batimétricos", diz a publicação.
No ano passado, a Marinha converteu a lancha URCA-III em um VSNT-E para estimular o desenvolvimento tecnológico no segmento de sistemas não tripulados com elevada relação custo-benefício.
Com a instalação de uma série de sistemas eletrônicos, a embarcação encontra-se apta à operação remota. No meio militar, o veículo não tripulado já foi empregado neste ano em operações, como "Aspirantex" e "Poseidon".
© AFP 2022 / CHRISTOPHE SIMON  / Abrir o banco de imagensRio Amazonas
Rio Amazonas - Sputnik Brasil, 1920, 29.06.2022
Rio Amazonas

Não tripulados fora do Brasil

A Rússia, por exemplo, terminará em breve a construção de uma base para o veículo subaquático não tripulado de propulsão nuclear Poseidon, conhecido também como arma do Juízo Final.
O drone nuclear Poseidon, de 24 metros de comprimento, consegue atingir uma velocidade inalcançável para submarinos, submergir à profundidade de um quilômetro e calcular de forma autônoma a melhor trajetória para chegar a um destino.
Drone subaquático Poseidon - Sputnik Brasil, 1920, 11.03.2021
'Terror das profundezas': apontada principal vantagem de drone subaquático nuclear russo Poseidon
A China também tem diversos projetos para patrulhas aquáticas, entre eles um robô submarino parecido com um tubarão. Esse drone subaquático, chamado Robo-Shark, pode ser configurado e sincronizado com qualquer câmera, sensor ou dispositivo de comunicação.
Graças à capacidade de se mover quase silenciosamente e superar obstáculos, o tubarão robótico pode realizar tarefas secretas de vigilância.
Com 75 quilos e 2,2 metros de comprimento, o veículo autônomo da empresa chinesa Robosea é alimentado por uma bateria de lítio que o mantém ligado por até duas horas.
Por que colocar qualquer drone de monitoramento antigo debaixo d'água quando você pode usar um Robo-Shark?
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