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UE quer forçar Kiev a ceder territórios a Moscou, afirma ex-diplomata ucraniano

© AFP 2022 / Kerstin JoenssonPresidente da França, Emmanuel Macron, o presidente dos EUA, Joe Biden, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante a cúpula do G7 na Alemanha, 26 de junho de 2022
Presidente da França, Emmanuel Macron, o presidente dos EUA, Joe Biden, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante a cúpula do G7 na Alemanha, 26 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.06.2022
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Os líderes europeus querem forçar Kiev a chegar a consenso com Moscou à custa de concessões territoriais, escreveu para o portal Ukraina.ru o ex-diplomata ucraniano Rostislav Ischenko.
De acordo com suas palavras, a cúpula do G7 demonstrou a divisão da aliança euroatlântica em relação à situação na Ucrânia.

"Em essência, o G7 ficou dividido em União Europeia e nos restantes. Se os EUA, Canadá, Reino Unido e o Japão ainda estão prontos para endurecer a pressão sancionatória à Rússia, e [o premiê britânico Boris] Johnson pessoalmente está tentando abrir no mar Báltico a segunda frente contra a Rússia, a UE já ficou bem intimidada com o desenvolvimento dos eventos", escreveu o ex-diplomata.

Ischenko apontou que em Bruxelas, Roma, Paris e Berlim veem muito claramente os avisos russos sobre inadmissibilidade de mais deterioração das relações.

"Tendo enfrentado uma ameaça clara do colapso de suas economias já neste ano, os europeus desejam a todo custo encontrar qualquer compromisso com a Rússia e forçar a Ucrânia a concluir a paz, mesmo ao custo de perder territórios significativos", notou o ex-diplomata.

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