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Mídia: com dificuldades em repor armas enviadas à Ucrânia, EUA agravaram vulnerabilidades na defesa

© AP Photo / Efrem LukatskyMilitares ucranianos desembalam mísseis antitanque Javelin, entregues como parte da assistência de segurança dos Estados Unidos da América à Ucrânia, no aeroporto de Borispol, Ucrânia, 11 de fevereiro de 2022
Militares ucranianos desembalam mísseis antitanque Javelin, entregues como parte da assistência de segurança dos Estados Unidos da América à Ucrânia, no aeroporto de Borispol, Ucrânia, 11 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.06.2022
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A decisão de Washington de armar a Ucrânia em resposta à operação militar especial da Rússia atingiu a capacidade de defesa dos EUA, escreve o portal The American Conservative.
O fornecimento de armamentos à Ucrânia revelou e agravou as vulnerabilidades em base industrial de defesa que poderiam deixar os Estados Unidos perigosamente expostos em um possível confronto com a China no Indo-Pacífico, aponta a mídia.
Com os estoques de armamentos norte-americanos se esgotando, a indústria de defesa está se esforçando para suprir a quantidade necessária, através do desenvolvimento de novas armas para futuras capacidades de combate, por exemplo.
"Depois de terem fornecido mais de 1.400 mísseis Stinger aos ucranianos, os EUA estão se esforçando para substituí-los, já que os componentes em falta criam problemas para as cadeias de suprimentos da indústria de defesa. Como resultado, Taiwan agora presume que as entregas de armas ao país sejam atrasadas. Estima-se que levaria um mínimo de cinco anos para repor as peças", aponta artigo.
Ao mesmo tempo, o autor do artigo Wesley Jefferies ressalta que os sistemas antitanque Javelin, que podem ser produzidos mais rapidamente, são inferiores aos sistemas de mísseis antiaéreos Stinger.
De acordo com ele, esta situação reduz significativamente a competitividade dos EUA na região do Indo-Pacífico.
"A administração Biden está se esforçando para elaborar uma estratégia consistente que inclui tanto a dissuasão da China como o envolvimento dos EUA em um conflito indireto e indefinido com a Rússia na Ucrânia", acrescenta o portal.
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