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Butantan suspende produção de CoronaVac por falta de demanda e registro definitivo, diz mídia

© AP PhotoFrascos com doses da vacina CoronaVac, em foto tirada na Argélia, no dia 29 de setembro de 2021 (foto de arquivo)
Frascos com doses da vacina CoronaVac, em foto tirada na Argélia, no dia 29 de setembro de 2021 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 25.06.2022
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Primeira vacina contra a COVID-19 aplicada no Brasil, a CoronaVac teve sua fabricação suspensa pelo Instituto Butantan por falta de demanda e registro definitivo.
De acordo com a instituição, a última produção foi finalizada em outubro de 2021, conforme noticiou o portal Uol. Sem novos pedidos por lotes do imunizante, não há previsão para eventual retomada da fabricação.
No total, o Butantan entregou mais de 110 milhões de doses ao Ministério da Saúde. O último lote foi enviado em fevereiro deste ano.
Desde então, o instituto não foi procurado para assinar novos contratos, segundo o Uol. A entidade afirmou ao portal que tem "total capacidade de produção para atender a quaisquer demandas deste imunizante, à medida que sejam recebidas", confirmando que não há novas propostas do Ministério da Saúde para adquirir mais imunizantes.
© Folhapress / João Gabriel Alves/Agência EnquadrarMulher grávida recebe a vacina CoronaVac no Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, no Rio de Janeiro
Mulher grávida recebe a vacina CoronaVac no Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, no Rio de Janeiro - Sputnik Brasil, 1920, 25.06.2022
Mulher grávida recebe a vacina CoronaVac no Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Foto de arquivo
A CoronaVac foi aprovada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para uso emergencial em janeiro de 2021 e ainda hoje é usada na vacinação de crianças e adolescentes.
Antes e durante o início do processo de vacinação, o imunizante foi alvo de disputa política entre o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Enquanto Doria aproveitou a chegada da vacina no estado para tentar alavancar sua candidatura à presidência, Bolsonaro criticava e desvalorizava o imunizante por possuir insumos chineses, mesmo com eficácia comprovada.
Aos poucos, com a importação de novas vacinas, a CoronaVac perdeu espaço na campanha nacional de vacinação.
Os outros três imunizantes aplicados no país, Pfizer, AstraZeneca e Janssen, já possuem registro definitivo concedido pela Anvisa.
O Brasil tem 167.089.895 de pessoas vacinadas com ao menos duas doses. Além disso, 178.911.944 receberam ao menos uma aplicação. Já a dose de reforço foi aplicada em 98.760.974 pessoas.
Até o momento, a COVID-19 deixou 670.282 vítimas fatais no país, que acumula 32.030.729 de casos conhecidos.
Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, com base em dados das secretarias estaduais de Saúde.
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