Chefe da CIA teria ido à Rússia para alertar contra suposto aumento de tropas perto da Ucrânia

© Sputnik / Sergei GuneevBandeiras da Rússia e EUA em Genebra antes da cúpula entre Vladimir Putin e Joe Biden, 16 de junho de 2021
Bandeiras da Rússia e EUA em Genebra antes da cúpula entre Vladimir Putin e Joe Biden, 16 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 06.11.2021
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Uma mídia sugere que o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos EUA, William Burns, viajou para a Rússia no início desta semana a fim de alertar as autoridades russas para não realizarem quaisquer operações militares contra a vizinha Ucrânia.
O canal CNN, citando fontes, informou na sexta-feira (5) que o governo Biden enviou Burns para Moscou porque as autoridades dos EUA estão preocupadas com o número de militares russos e artilharia que estariam sendo transferidos para a fronteira do país com a Ucrânia.
Burns sublinhou a posição do governo Biden "transmitindo que os EUA estão monitorando de perto os movimentos de tropas", segundo a mídia.
A visita de Burns e suas reuniões com as autoridades russas teriam visado identificar os motivos da Rússia ao movimentar as tropas.
"Algumas fontes" comunicaram ao canal que se acredita que a Rússia "poderia estar se preparando para uma invasão, enquanto outras sugerem que eles estão realizando um exercício ou simplesmente tentando intimidar a Ucrânia".
Após a visita, o diretor da CIA teria conversado por telefone com o presidente ucraniano Vladimir Zelensky para tentar "dissipar as tensões" entre Kiev e Moscou.
A viagem de Burns à Rússia ocorreu de 2 a 3 de novembro. Em Moscou, ele se encontrou com o secretário do Conselho de Segurança russo, Nikolai Patrushev, e com o diretor do Serviço de Inteligência Externa, Sergei Naryshkin. As autoridades russas informaram que nas reuniões foram discutidas as relações russo-americanas e a luta contra o terrorismo internacional.
Anteriormente, Moscou negou quaisquer afirmações de que suas operações militares devam ser consideradas uma ameaça, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
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