Oleoduto que provocou vazamento de petróleo na Califórnia poderia já estar danificado há 1 ano

© REUTERS / GENE BLEVINSPeixe nada sob manchas de petróleo no Canal de Talbert após um grande vazamento na costa da Califórnia, EUA, 3 de outubro de 2021
Peixe nada sob manchas de petróleo no Canal de Talbert após um grande vazamento na costa da Califórnia, EUA, 3 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.10.2021
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Investigadores dos EUA estão procurando dados sobre centenas de navios, inclusive internacionais, que têm navegado perto da costa da Califórnia.
Um ou mais desses navios poderia ter sido o responsável pela danificação de um oleoduto que derramou mais de 500 toneladas de petróleo para o oceano Pacífico.
O tubo de aço que transporta o petróleo para a costa do sul da Califórnia poderia ter estado danificado por vários meses ou, possivelmente, até um ano, apontaram os investigadores norte-americanos. Embora inicialmente se acreditasse que poderia ter sido atingido, em algum momento, por uma âncora, agora se sabe que muitos navios poderiam ter atingido o tubo no decorrer do tempo.
O vazamento de petróleo ocorreu fora do complexo do Porto de Los Angeles e do Porto de Long Beach. Nessa área, se movimentam cerca de quatro mil embarcações por ano, de acordo com informações, incluindo navios não só dos EUA, mas também de outros países, o que poderia complicar ainda mais a investigação de encontrar a embarcação responsável pela ruptura do oleoduto.
© AFP 2022 / David McnewVista aérea do petróleo na água e na praia, Califórnia, 3 de outubro de 2021
Vista aérea do petróleo na água e na praia, Califórnia, 3 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Vista aérea do petróleo na água e na praia, Califórnia, 3 de outubro de 2021
Os investigadores também acreditam que o tubo, instalado há mais de 40 anos, poderia estar enfraquecido pela corrosão, bem como pelas aparentes batidas repetidas de âncoras desde que a fenda inicial apareceu. Segundo sua pesquisa, apenas grandes navios de carga seriam poderosos o suficiente para arrastar uma grande parte do tubo, o que acaba, de certa forma, por reduzir o número de navios a serem inspecionados.
Desde segunda-feira (4), têm sido conduzidas operações de limpeza perto de algumas das praias mais populares dos EUA. O impacto real da ruptura, contudo, ainda está por ser calculado.
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