Todos vacinados com Sputnik V desenvolvem anticorpos contra COVID-19, conclui estudo argentino

© REUTERS / Dado RuvicImagem ilustrativa de frascos da vacina russa Sputnik V
Imagem ilustrativa de frascos da vacina russa Sputnik V - Sputnik Brasil, 1920, 28.09.2021
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Um estudo preliminar realizado na Argentina concluiu que após duas doses da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 todos os imunizados desenvolveram anticorpos. Os anticorpos foram mais altos entre quem se recuperou da doença e entre as mulheres.
Os participantes da pesquisa foram professionais de saúde de um hospital infantil argentino vacinados com duas doses da Sputnik V entre fevereiro e maio deste ano.
Foram estudadas diferentes variáveis (idade, sexo, profissão, fatores de risco e histórico de infecção) e foram colhidas amostras de sangue no dia da primeira injeção e de 20 a 40 dias após a segunda inoculação.
No total, participaram 528 indivíduos com a idade média de 41,5 anos. A grande maioria, 82,9% eram mulheres, enquanto 14,58% dos participantes tiveram uma infecção previa do vírus SARS-CoV-2.
O estudo mostrou que os indivíduos que apresentaram mais anticorpos depois da vacinação foram as mulheres e as pessoas que tinham se recuperado do novo coronavírus.
A Sputnik V foi a primeira vacina incorporada ao Plano Estratégico Nacional de Imunização contra COVID-19 na Argentina, em dezembro de 2020. Os estudos realizados na Rússia provaram que 98% dos vacinados com Sputnik V desenvolveram anticorpos específicos contra o SARS-CoV-2.
A pesquisa argentina será agora submetida à revisão por pares e, recebendo sinal verde, será em seguida publicada em uma revista científica.
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