Existem bolsões de terrorismo na Síria 'aterrorizando os civis', diz Putin no encontro com al-Assad

© Sputnik / Mikhail Klimentiev / Abrir o banco de imagensPresidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Síria, Bashar al-Assad, no Kremlin, Moscou, em 13 de setembro de 2021
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Síria, Bashar al-Assad, no Kremlin, Moscou, em 13 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 14.09.2021
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Síria, Bashar al-Assad, realizaram uma reunião no Kremlin, em Moscou. O presidente russo parabenizou al-Assad pela vitória nas eleições presidenciais em maio.
Durante o encontro, Vladimir Putin disse que na Síria ainda existem os bolsões de terrorismo, intimidando os civis. Enquanto isso, os refugiados voltam às áreas liberadas.
"Infelizmente, permanecem até agora bolsões de resistência por parte dos terroristas, que não continuam apenas controlando alguma parte do território, mas também continuam aterrorizando os civis. No entanto, às áreas liberadas estão voltando ativamente os refugiados", afirmou Putin.
Putin sublinhou que as forças conjuntas sírias e russas liberaram a maior parte da Síria, e o governo liderado por al-Assad controla "90% do território".
Os exércitos da Rússia e Síria alcançaram resultados significativos na luta contra o terrorismo internacional, conforme Bashar al-Assad.
"Considerando o fato que o terrorismo internacional não tem limites, se espalha como uma infecção por todo o mundo, nossos exércitos, posso afirmar, contribuíram muito para proteger toda a humanidade deste mal", declarou o presidente sírio.

Sanções contra Síria

Al-Assad considerou as sanções contra a Síria de "anti-humanas", "antinacionais" e "ilegítimas". Os processos políticos realizados por Damasco pararam há três anos.
"Alguns países impuseram sanções contra o povo sírio, que podem ser classificadas e posicionadas como anti-humanas, antinacionais e ilegítimas. Mas, no entanto, isso existe", destacou al-Assad.
"Existem determinados países que influenciam de várias maneiras destrutivas a possibilidade de realizar processos políticos. Existem também os outros fatores, mas nós os entendemos muito bem e tentamos fazer todo o possível para resolver os problemas atuais", revelou o presidente sírio.
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