Rebeldes de Guiné afirmam que presidente Alpha Condé está ileso e seu bem-estar será garantido

© AFP 2022 / CELLOU BINANIMembros das Forças Armadas de Guiné percorrem bairro central de Kaloum, em Conakry, em 5 de setembro de 2021
Membros das Forças Armadas de Guiné percorrem bairro central de Kaloum, em Conakry, em 5 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 05.09.2021
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Alpha Condé, presidente da Guiné, e outros altos responsáveis foram detidos por forças especiais rebeldes, neste domingo (5). Eles também teriam dissolvido o governo, abolido a Constituição e fechado as fronteiras.
O líder dos rebeldes, coronel Mamadi Dumbouya, declarou neste domingo (5) que o presidente do país, Alpha Condé, está a salvo e permanece sob o controle das forças especiais rebeldes.
"Temos o presidente. Ele está em um lugar seguro. Não há problemas. Ele foi examinado por um médico. Não há motivos para preocupação", afirmou Doumbouya à emissora France 24.
As forças especiais que tomaram o poder na Guiné anunciaram ainda um toque de recolher em todo o país "até novo aviso", bem como a substituição dos governadores por militares.
A junta também disse em um comunicado lido na televisão que reunirá os ministros de Condé e outras autoridades importantes na segunda-feira (6) na capital Conacri.
© AFP 2022 / Cellou BinaniMembros das Forças Armadas da Guiné atravessam o bairro central de Kaloum, Conacri, Guiné, 5 de setembro de 2021
Membros das Forças Armadas da Guiné atravessam o bairro central de Kaloum, Conacri, Guiné, 5 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Membros das Forças Armadas da Guiné atravessam o bairro central de Kaloum, Conacri, Guiné, 5 de setembro de 2021

Tomada do poder

Os rebeldes detiveram o presidente Alpha Condé depois de horas de pesado tiroteio perto do palácio presidencial na capital. Horas antes, a junta foi na televisão estatal afirmar que o governo havia sido dissolvido.
As fronteiras do país foram fechadas e Constituição de Guiné foi declarada inválida no anúncio lido na televisão pelo coronel do exército Mamadi Dumbouya.
Ao chegar ao poder em 2010, Condé, de 83 anos, foi reeleito em 2020 para um terceiro mandato, após uma polêmica reforma constitucional.
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