Mídia: rebeldes detêm presidente da Guiné, dissolvem governo e abolem Constituição (FOTO)

© AFP 2022 / Cellou BinaniMembers of the Armed Forces of Guinea drive through the central neighbourhood of Kaloum in Conakry on September 5, 2021 after sustainable gunfire was heard.
Members of the Armed Forces of Guinea drive through the central neighbourhood of Kaloum in Conakry on September 5, 2021 after sustainable gunfire was heard. - Sputnik Brasil, 1920, 05.09.2021
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Alpha Condé, presidente da Guiné, e outros altos responsáveis foram detidos por forças especiais rebeldes, relata mídia. Eles também teriam dissolvido o governo, abolido a Constituição e fechado as fronteiras.
Rebeldes detiveram Alpha Condé, presidente da Guiné, informou no domingo (5) o portal Guinee News, citando fontes.
Condé foi detido por forças especiais lideradas pelo coronel Mamadi Dumbuya, o mesmo acontecendo com outros altos responsáveis governamentais, de acordo com o portal.
Guiné: tentativa de golpe de Estado em andamento em Conacri contra Alpha Condé
O Guinee News publicou uma foto em que Condé é mostrado sentado e cercado por homens armados com fuzis de assalto. Dumbuya anunciou que serão tomadas medidas extraordinárias na atual situação.
"Decidimos dissolver o governo", disse Dumbuya em uma mensagem de vídeo publicada pelo Africa Guinee no Facebook. Ele também declarou a dissolução do governo, abolição da Constituição e o fecho das fronteiras.
As autoridades guineanas confirmaram ainda que os rebeldes atacaram a residência presidencial, mas que os guardas repeliram o ataque.
"Os rebeldes [...] foram ao centro da cidade, em direção à periferia do palácio presidencial. Os guardas do presidente, apoiados pelas forças de defesa e segurança, contiveram a ameaça e repeliram [o ataque do] grupo de atacantes", disse o Ministério da Defesa da Guiné em uma declaração publicada no Facebook.
As autoridades também exortaram a população a manter a ordem em meio à escalada das tensões.
Antes, o Guinee News escreveu que militares bloquearam as estradas a 50 quilômetros da capital da Guiné. A revista Jeune Afrique relatou previamente que um grupo de forças especiais lutou com os guardas de Alpha Condé.
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