Agência da UE estuda caso de inflamação rara em adolescente após vacinação contra SARS-CoV-2

© REUTERS / Piroschka Van De WouwExterior da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) em Amsterdã, Países Baixos, 18 de dezembro de 2020
Exterior da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) em Amsterdã, Países Baixos, 18 de dezembro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 04.09.2021
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A Agência Europeia de Medicamentos registrou um caso de síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica em menino na Dinamarca que tomou imunizante contra a COVID-19 da farmacêutica Pfizer.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) revelou na sexta-feira (3) estar examinando uma possível ligação entre a vacina anti-coronavírus da farmacêutica Pfizer e uma condição inflamatória rara.
O caso começou depois que um menino de 17 anos na Dinamarca foi inoculado pela vacina e posteriormente se queixou do que a EMA referiu ser uma "síndrome inflamatória multissistêmica" pediátrica (SIMP).
O Comitê de Avaliação de Risco de Farmacovigilância (PRAC, na sigla em inglês) da agência está agora investigando a síndrome, "uma condição inflamatória grave que afeta muitas partes do corpo. Os sintomas podem incluir cansaço, febre severa persistente, diarreia, vômitos, dor de estômago, dor de cabeça, dor no peito e dificuldade para respirar".
O MIS tem sido relatado entre pessoas que contraíram a COVID-19, e sua taxa de incidência entre jovens com menos de 20 anos era de dois a seis casos em 100.000 pessoas em cinco países europeus, e inferior a dois casos em 100.000 no caso de pessoas com pelo menos 20 anos. No entanto, o menino em questão não havia contraído a COVID-19. Ele posteriormente teria recuperado de sua condição inflamatória.
Apesar de alguns relatos da SIMP em vacinas das farmacêuticas Moderna e Johnson & Johnson no Espaço Econômico Europeu, que além da União Europeia, exceto a Croácia, inclui a Islândia, Liechtenstein e Noruega, o fiscalizador médico não mudou suas recomendações para as vacinas contra o SARS-CoV-2.
Além desta síndrome, o PRAC também tem investigado efeitos colaterais como a miocardite e a pericardite em vacinas contra o novo coronavírus. Em julho, a EMA recomendou que elas fossem adicionadas à lista de potenciais efeitos colaterais raros nas informações dos imunizantes baseados na tecnologia de mRNA.
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