VÍDEO mostra soldados dos EUA destruindo veículos militares antes da retirada do Afeganistão

© AP Photo / Senior Airman Taylor CrulEm foto fornecida pela Força Aérea dos EUA, um soldado, designado para a 82ª Divisão Aerotransportada, embarca em um ônibus após pousar na Base Aérea Ali Al Saleem, Kuwait, 31 de agosto de 2021
Em foto fornecida pela Força Aérea dos EUA, um soldado, designado para a 82ª Divisão Aerotransportada, embarca em um ônibus após pousar na Base Aérea Ali Al Saleem, Kuwait, 31 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.09.2021
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Soldados destruíram veículos, rádios, computadores de bordo entre outros objetos antes de saírem do país afegão para não deixar que equipamentos caíssem na mão do Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em diversos países).
Na segunda-feira (30), os EUA concluíram a retirada das suas tropas do Afeganistão após 20 anos de ocupação. Com tantos anos de presença no país da Ásia Central, equipamentos e veículos militares norte-americanos chegaram ao país em grande quantidade.
Agora, com a saída, os soldados estadunidenses começaram a deliberadamente destruir veículos militares no aeroporto de Cabul em uma tentativa de torná-los inoperantes antes de cair nas mãos do Talibã.
Em imagens registradas pelo usuário do Facebook Michael Markland, considerado um soldado dos EUA em Cabul, é possível ver militares destruindo carros, rádios, computadores de bordo, entre outros objetos.
​Também na segunda-feira (30), o general Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA (USCENTCOM, na sigla em inglês), garantiu aos repórteres que as forças dos EUA desativaram uma série de veículos blindados, aeronaves e outros equipamentos no aeroporto de Cabul antes de embarcar nos últimos voos de retirada.
"Desmilitarizamos esses sistemas para que nunca mais sejam usados​. [...] Eles nunca mais poderão ser operados por ninguém", frisou o general.
Entretanto, é possível ver em outras imagens militantes do Talibã utilizando um helicóptero norte-americano apreendido.
​​Os Estados Unidos e seus aliados, em sua maioria membros da OTAN, invadiram o Afeganistão no final de 2001, após os ataques terroristas de 11 de setembro, sob o pretexto da recusa do Talibã em extraditar o líder da Al-Qaeda (organização terrorista proibida na Rússia e em diversos países), Osama bin Laden, mandante do ataque ao país norte-americano.
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