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Secretaria de Saúde do Rio aponta possível 'nova onda de contágio' por variante Delta, diz mídia

© Folhapress / Agência EnquadrarNo Rio de Janeiro, uma profissional de saúde atende a pacientes no Hospital Ronaldo Gazolla, onde fica a maior UTI de atendimento à COVID-19 no Brasil, em 27 de abril de 2021
No Rio de Janeiro, uma profissional de saúde atende a pacientes no Hospital Ronaldo Gazolla, onde fica a maior UTI de atendimento à COVID-19 no Brasil, em 27 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.08.2021
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Em resposta enviada à Defensoria Pública, a pasta afirma que está contratando 150 leitos como reserva técnica para "otimizar o sistema de regulação" em caso de novos contágios.

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro manifestou a preocupação com um "possível enfrentamento de uma nova onda de contágio da COVID-19" devido à variante Delta em um documento enviado à Defensoria Pública, na última segunda-feira (16). O documento foi divulgado pelo portal G1 nesta quarta-feira (18).

A Defensoria Pública foi informada sobre as novas medidas de gestão da secretaria e sobre um plano de reorganização da rede hospitalar. A pasta cita ainda um chamamento público que será divulgado nos próximos dias para a contratação de 150 leitos, sendo 100 de UTI e 50 de enfermaria.

© Folhapress / FramePhotoHospital de campanha para coronavírus na cidade do Rio de Janeiro
Secretaria de Saúde do Rio aponta possível 'nova onda de contágio' por variante Delta, diz mídia  - Sputnik Brasil, 1920, 18.08.2021
Hospital de campanha para coronavírus na cidade do Rio de Janeiro

A variante Delta no Rio

Estimativas apontam que a Delta já pode ser a variante mais comum no estado, é o que mostra um relatório divulgado também na segunda-feira (16), estabelecendo que a variante foi encontrada em 60% dos pacientes contaminados com a COVID-19 no Rio de Janeiro. 

No chamamento público, o despacho da secretaria afirma que serão "mantidos os mesmos preços e regras". O total pode chegar a R$ 117 milhões em um ano. Este é o primeiro passo de um modelo de contratação feito sem licitação e já utilizado durante a pandemia.

Ainda segundo a reportagem, os servidores da pasta carioca manifestaram a preocupação com o número de vítimas da infecção no estado, que gira em torno de "mais de 200 mortes por dia".

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