EUA autorizam transações de algumas empresas com PDVSA da Venezuela até 1º de dezembro

© REUTERS / Ivan AlvaradoLogotipo da empresa petrolífera estatal PDVSA em um posto de gasolina em Caracas, Venezuela, 17 de maio de 2019
Logotipo da empresa petrolífera estatal PDVSA em um posto de gasolina em Caracas, Venezuela, 17 de maio de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 01.06.2021
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O Departamento do Tesouro dos EUA abriu exceções a ordens executivas de 2018 e 2019 no que toca a transações com a empresa petrolífera estatal venezuelana PDVSA.

Os EUA autorizaram certas empresas a realizar transações com a empresa estatal Petróleo da Venezuela (PDVSA, na sigla em espanhol) até 1º de dezembro, apesar das sanções impostas pelos EUA à empresa de petróleo e gás, disse nesta terça-feira (1º) o Departamento do Tesouro norte-americano.

"Todas as transações e atividades proibidas pela Ordem Executiva (OE) 13850 de 1º de novembro de 2018, emendada pela OE 13857 de 25 de janeiro de 2019, ou OE 13884 [...] que são normalmente incidentes e necessárias à manutenção limitada de operações essenciais, contratos ou outros acordos", começa por dizer o comunicado do Departamento do Tesouro dos EUA.

Em seguida, o órgão norte-americano explica que: "(i) sejam para segurança ou preservação de ativos na Venezuela; (ii) envolvam a PDVSA ou qualquer entidade na qual a PDVSA possua, direta ou indiretamente, 50% ou mais de participação; e (iii) estivessem em vigor antes de 26 de julho de 2019, estejam autorizados até as 12h01 da manhã, horário padrão do oriental [fuso horário que vigora no leste dos EUA], 1º de dezembro de 2021".

As empresas autorizadas a realizar transações com a PDVSA incluem a Chevron Corporation, Halliburton, Schlumberger Limited, Baker Hughes Holdings LLC, e Weatherford International, Companhia Pública Limitada, informou o comunicado.

A PDVSA tem enfrentado ao longo dos anos desafios legais nos EUA relativos à expropriação de ativos da Citgo, sua filial no país norte-americano.

Em 11 de fevereiro, Caracas referiu na Organização das Nações Unidas (ONU) o dano provocado pelas sanções dos EUA, dizendo que agravaram a crise econômica e pandêmica no país sul-americano.

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