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PIB brasileiro tem estimativa positiva atualizada para 3,96% neste ano e queda para 2022

© Folhapress / Fatopress / Edu AndradeEm Brasília, uma imagem da fachada do Banco Central em 18 de janeiro de 2021
Em Brasília, uma imagem da fachada do Banco Central em 18 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 31.05.2021
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Já para 2022, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,30% para 2,25%, na segunda redução consecutiva. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a expansão da economia brasileira pela sexta semana consecutiva, de acordo com a Agência Brasil. Segundo os dados analisados, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 3,52% para 3,96%.

Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB é de 2,25%, menor do que o estimado anteriormente em 2,30%, sendo a segunda redução consecutiva da projeção. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta a expansão do PIB em 2,50%. As estimativas estão no boletim Focus desta segunda-feira (31), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC.

Inflação, taxa de juros e câmbio

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,24% para 5,31%, na oitava alta consecutiva. Para 2022, a estimativa de inflação foi ajustada de 3,67% para 3,68%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%.

A estimativa para este ano está quase no limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, pode variar entre o limite inferior de 2,25% e o superior até 5,25%. Para 2022 o intervalo deve ser entre 2% e 5%.

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa é de que a Selic termine 2021 em 5,75% ao ano, mais alta do que o valor estimado na semana passada.

Com relação ao câmbio, a expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 5,30 para o final deste ano e também no ano que vem.

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