EMA faz alerta de dados insuficientes sobre corticosteroides inalados para tratar COVID-19

© REUTERS / Danish SiddiquiEm Nova Deli, capital da Índia, uma paciente de COVID-19 recebe atendimento em uma unidade de emergência, em 29 de abril de 2021
Em Nova Deli, capital da Índia, uma paciente de COVID-19 recebe atendimento em uma unidade de emergência, em 29 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 27.05.2021
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A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) disse nesta quinta-feira (27) que não há evidências suficientes para apoiar o uso de corticosteroides inalados para tratar pacientes com COVID-19.

Mas a EMA informou que havia dados suficientes no momento para continuar o uso de dexametasona e que embora sua força-tarefa contra a COVID-19 não tenha encontrado nenhum risco de segurança para os corticosteroides, ela não pode excluir a possibilidade de danos em pacientes com níveis normais de oxigênio.

Os cientistas têm estudado os benefícios de vários medicamentos de combate à inflamação para tratar a COVID-19, incluindo alguns tratamentos para artrite e corticosteroides, como dexametasona e budesonida.

​Uma infecção pelo novo coronavírus pode causar inchaço em órgãos, incluindo os pulmões, o que também pode levar a complicações graves.

Em setembro do ano passado, a EMA aprovou a dexametasona para o tratamento de pacientes com COVID-19 com problemas respiratórios, depois que um estudo britânico mostrou que ela ajudou a reduzir as taxas de mortalidade em pacientes hospitalizados gravemente enfermos. A droga é barata e amplamente disponível.

"Mais evidências de ensaios clínicos são necessárias para estabelecer os benefícios dos corticosteroides inalados em pessoas com COVID-19", disse a EMA.

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