Após fala de Lukashenko, Suíça diz não ter tido conhecimento de bomba no voo da Ryanair

© REUTERS / Andrius SytasAvião da Ryanair que transportava Roman Protasevich, fundador de um canal no aplicativo Telegram considerado extremista por Minsk, desviado para Belarus por suposta ameaça de bomba, pousa no Aeroporto de Vilnius, Lituânia, 23 de maio de 2021
Avião da Ryanair que transportava Roman Protasevich, fundador de um canal no aplicativo Telegram considerado extremista por Minsk, desviado para Belarus por suposta ameaça de bomba, pousa no Aeroporto de Vilnius, Lituânia, 23 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2021
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Em resposta ao desvio de um avião da Ryanair de sua rota original para Minsk, Belarus, o Departamento Federal Suíço de Relações Exteriores afirmou que não tinha conhecimento de qualquer ameaça de bomba.

As autoridades suíças desconheciam a ameaça de bomba no avião da Ryanair que fez aterrissagem de emergência em Minsk, Belarus, disse na quarta-feira (26) à Sputnik um porta-voz do Departamento Federal Suíço de Relações Exteriores.

"As autoridades suíças não têm conhecimento de qualquer ameaça de bomba no voo da Ryanair de Atenas a Vilnius, por isso, não houve nenhum alerta das autoridades suíças às autoridades bielorrussas sobre este assunto", afirmou o porta-voz Pierre-Alain Eltschinger.

Na manhã de quarta-feira (26), a mídia estatal bielorrussa relatou que as autoridades de Minsk receberam da Suíça um alerta de bomba no voo da companhia aérea Ryanair, e que este foi comunicado simultaneamente para Atenas, Vilnius e Minsk.

No sábado (23), um voo de passageiros entre Atenas, na Grécia, e Vilnius, na Lituânia, a bordo qual seguia Roman Protasevich, fundador de um canal no Telegram, e sua namorada Sofia Sapega, foi desviado para Minsk, Belarus, enquanto estava no espaço aéreo desse país, por uma ameaça de bomba, que acabou não se confirmando.

Segundo as autoridades de Belarus, Protasevich pode ser condenado a até 15 anos de prisão por organizar distúrbios no país, além de outras acusações.

Minsk nega que tenha forçado o avião a mudar de rumo, tendo publicado a transcrição da conversa entre o controlador de tráfego aéreo de Belarus e o piloto do avião em questão.

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